
Com o processo transitado em julgado no dia 6 deste mês, não cabem mais recursos à defesa dos pastores de Maringá Éder Carlos Furlan e Cícero Aparecido Fernandes, que foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal a 14 anos de prisão e multados em R$ 30 milhões cada um por terem financiado ações antidemocráticas em 8 de janeiro de 2023.
Os dois são pastores da Igreja Centro Internacional de Avivamento, criada em Maringá, sendo Éder Furlan um dos seus fundadores. Segundo as investigações da Polícia Federal, eles alugaram dois ônibus e levaram 84 pessoas para participar dos protestos em Brasília. Também usaram nomes de outras pessoas e empresas para ocultar os gastos.
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Os dois foram considerados culpados por crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada, em 1 de dezembro de 2025. Os recursos foram negados pelo ministro Alexandre de Moraes e este mês o processo foi transitado em julgado.
À época da condenação não houve grande repercussão na mídia, mas com o trânsito em julgado o caso voltou à pauta na mídia nacional. A defesa dos pastores Éder Furlan e Cícero Fernandes não se manifestou até o momento. Eles não estão presos e, diante do avanço do PL da Dosimetria no Congresso Nacional possivelmente tenham suas penas reduzidas.