Nova lei municipal diz que Aeroporto, Terminal e Rodoviária de Maringá deverão ter salas sensoriais

Agora é lei em Maringá: o Poder Executivo deve instalar Salas Sensoriais em próprios públicos da cidade, com o objetivo de proporcionar um ambiente adaptado para passageiros neurodivergentes, especialmente com Transtorno de Espectro Autista (TEA) e seus familiares.
Os ambientes dessas salas “devem ser tranquilos e promover estímulos reduzidos, pensados para acolher passageiros durante momentos de crise, oferecendo um espaço calmo e seguro”, diz a lei.
O projeto de lei foi proposto pela vereadora Akemi Nishimori (PSD), aprovado por unanimidade na Câmara, sancionado pelo prefeito Silvio Barros e publicado oficialmente na noite de quarta-feira (11).
As três primeiras Salas Sensoriais deverão ser instaladas no Aeroporto Regional de Maringá Silvio Name Júnior, Terminal Rodoviário Vereador Dr. Jamil Josepetti e Terminal Urbano Intermodal Dr. Said Felício Ferreira.
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As Salas Sensoriais deverão conter, no mínimo, iluminação ajustável e indireta, evitando luzes muito intensas e piscantes; isolamento acústico para redução de ruídos externos; mobiliário confortável e seguro, adequado para descanso e relaxamento.
Também prevê que as salas tenham materiais táteis e brinquedos terapêuticos voltados à estimulação sensorial; painéis interativos e elementos que promovam a autorregulação sensorial; assim como avisos informativos em linguagem acessível, incluindo pictogramas e QR CODES para audiodescrição.
As salas “deverão ser supervisionadas por profissionais capacitados para auxiliar no uso do espaço”.
que terão acesso gratuito, podendo ser controladas com a liberação através do uso do crachá do autista com QR CODE que aproxima e libera o acesso às salas, preferencialmente próximas às áreas
de embarque e desembarque.
