
O Programa de Enfrentamento à Crise e Emergência Climática nas Repartições Públicas Municipais de Maringá passou a incluir diretrizes específicas para as unidades educacionais da rede municipal
de ensino.
O projeto de lei da vereadora Professora Ana Lúcia (PDT), aprovado pela Câmara, sancionado pelo Executivo e oficialmente publicado, passou, desde sexta-feira, 6, à noite, a ser lei municipal.
O Programa, instituído em agosto de 2023, agora tem as seguintes diretrizes para os Centros Municipais de Educação e Escolas Municipais:
1 – A revisão da estrutura de climatização e isolamento térmico das repartições públicas municipais, com a instalação de aparelhos de climatização e de ar condicionado.
2 – A adequação e reorganização física e arquitetônica dos prédios das repartições públicas municipais, como medida de assegurar a implementação de técnicas de arejamento e ventilação adequadas ao local, respeitando-se as especificidades e as particularidades de cada próprio público.
3 – A promoção de medidas de arborização nas áreas das repartições públicas municipais, como medida de assegurar sombreamento, escoamento adequado de águas pluviais e redução de bolsões de calor.
4 – A inclusão do tema ambiental, com foco no enfrentamento à crise climática, no projeto pedagógico das unidades escolares e nas ações pedagógicas e administrativas promovidas pela Secretaria Municipal de Educação.
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O excesso de calor nas salas de aulas têm sido tema de discussão na Câmara de Vereadores. Opositores criticam a falta de manutenção dos aparelhos de ar condicionado e o líder do Governo, vereador Luiz Neto (Agir), argumenta que o problema também passa pela Copel, que precisa fazer a troca de padrão das redes elétricas dos CMEIs e escolas.