Projeto que cria feriado do Dia da Consciência Negra em Maringá é retirado de pauta por três sessões

O Projeto de Lei (PL) nº 16558/2022, que cria o Feriado Municipal do Dia da Consciência Negra, que seria votado em primeira discussão na sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Maringá nesta quinta-feira, 29, foi retirado de pauta por três sessões.
O pedido pelo adiamento da votação do PL partiu da vereadora Professora Ana Lucia (PDT). A vereadora afirmou que um dos autores do projeto, o vereador Belivo Bravin Filho (PSD), estaria ausente da votação desta quinta.
O Presidente da Câmara, vereador Mário Hossowaka (PP), acatou o pedido da vereadora do PDT, colocando a solicitação em votação, que foi aprovada por 11 votos favoráveis e apenas um contrário.
Assista a sessão da Câmara de Vereadores de Maringá a seguir.
ENTENDA O PROJETO
Tramita na Câmara de Vereadores de Maringá o Projeto de Lei (PL) nº 16558/2022, de autoria dos vereadores Ana Lúcia Rodrigues (PDT), Dr. Manoel (PL), Belino Bravin (PSD) e Adriano Bacurau (Rede), que prevê a criação de um novo feriado municipal na Cidade Canção.
O projeto pretende instituir o feriado municipal do Dia da Consciência Negra, em 20 de novembro.
Segundo o documento que cria o Dia da Consciência Negra em Maringá, “[…] ora instituído passará a constar como feriado no Calendário Oficial de Eventos do Município.“
A Associação Comercial e Empresarial de Maringá enviou uma nota sobre o assunto. Leia na íntegra:
“Sobre o projeto de lei ordinária 16.558 de 2022, que institui o dia 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, feriado municipal, a Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) informa que “continua defendendo que, para respeito ao tema, a data deve ser celebrada não com feriado, mas por meio de uma semana de conscientização com ações positivas como eventos, workshop, feira de empregabilidade e de empreendedorismo, debates, lives, entre outras ações que poderão ser realizadas em escolas de todos os níveis de ensino, espaços públicos, entidades e sindicatos. Essas ações devem fazer parte de uma política pública municipal, com engajamento de atores da sociedade civil organizada”.
Matéria atualizada às 15h43 para acréscimo de nota da Acim.
