
Um servidor da Câmara de Maringá, Pedro Mendes, ativista e portador de uma síndrome rara, procurou a equipe da presidente Majô Capdeboscqd (PP) para sugerir a implantação de uma política pública voltada às pessoas que sofrem com o problema.
Pois um projeto de lei visando ao diagnóstico precoce de doenças raras, proposto pela vereadora, foi aprovado por unanimidade na sessão de quinta-feira, 12.
O projeto se destina a médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e demais profissionais da rede municipal de saúde.
A norma estabelece diretrizes que incluem a realização de cursos e eventos de capacitação, a promoção da escuta ativa no atendimento, a difusão de informações sobre testes genéticos e, especialmente, a humanização no atendimento aos pacientes com doenças raras.
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Para Majô, é importante diagnosticar o quanto antes, para evitar erros, reduzir custos e diminuir a angústias das famílias e, principalmente, dos pacientes. “No caso de doenças rara, tempo é vida”, destaca.
A presidente da Câmara, ressalta, que a proposta foi apreciada pelo plenário no mês dedicado à conscientização sobre as doenças raras, o “Fevereiro Lilás”. Antes de seguir para a sanção do Poder Executivo, o projeto passará por segundo turno de votação.