Subsídio dos vereadores de Maringá pode ter reajuste de 4,89%, o que equivale a R$ 742,79

Está em discussão na Câmara de Maringá um projeto de lei apresentado pela Mesa Diretora que dispõe sobre o reajuste anual das remunerações e subsídios do Legislativo Municipal. Na sessão da última quinta-feira, 19, o projeto de lei que estava em primeira discussão foi adiado por uma sessão e deverá voltar à pauta nesta terça-feira, 24.
O projeto propõe reajuste de 4,5% às remunerações dos servidores efetivos e comissionados da Câmara de Maringá e 4,89% aos subsídios dos vereadores. Também propõe um reajuste de 10,5% para o vale alimentação dos servidores, retroativo a partir do dia 1º de março. Se aprovado, vai passar de R$ 634 para R$ 694.
Já a correção salarial aos servidores efetivos e comissionados do Legislativo é semelhante à que foi concedida aos servidores e comissionados da Prefeitura de Maringá. No caso do subsídio dos vereadores, se a recomposição inflacionária de 4,89% (R$ 742,79) for aprovada, o valor vai saltar de R$ 15.190,00 para R$ 15.932,79.
Explicações da Câmara
Ao ser questionada sobre a diferença entre os reajustes de servidores e comissionados em relação aos vereadores, a Assessoria de Comunicação da Câmara explicou que “os vencimentos dos servidores encontram-se sem atualização desde março de 2025, enquanto os subsídios dos vereadores estão sem reajuste desde janeiro de 2025”.
Acrescentou que “ambos deverão ser atualizados agora, em março de 2026, com base na recomposição das perdas inflacionárias apuradas pelo INPC. No caso dos vereadores, a atualização corresponde ao período de 14 meses, resultando em recomposição inflacionária de 4,89% sobre o subsídio”.
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Já para os servidores, “a revisão abrange o período de 12 meses, com reposição inflacionária de 3,36% sobre a remuneração. Além disso, os servidores também receberão ganho real de 1,14%, totalizando um reajuste de 4,5%”.
No entanto foi “apresentada uma emenda modificativa propondo a fixação do índice de reajuste em 4,5% para o subsídio dos Vereadores, com a consequente renúncia de 0,39% em relação à recomposição inflacionária integral”. A emenda também deverá ser apreciada pelo plenário na sessão desta terça-feira.
