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02 de abril de 2026

Renan Filho: percepção internacional é melhor em relação ao País do que a visão que se tem aqui


Por Agência Estado Publicado 16/11/2025 às 21h55
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O ministro dos Transportes, Renan Filho, disse neste domingo, 16, que a percepção internacional é melhor em relação ao Brasil do que a visão que se tem de dentro do País. Ele fez a afirmação durante participação no programa Canal Livre, da Band, salientando que a Bolsa de Valores bateu recordes também nos últimos dias.

“Deixa eu lhe dizer que a percepção internacional não é a que temos aqui internamente. O capital internacional chegou a 58% do volume de recursos da Bolsa. A bolsa está batendo recorde com capital internacional porque é mais animado com a gente do que o próprio mercado de capital local”, avaliou Renan Filho.

O ministro disse que não há carteiras de investimentos em concessões em várias partes do mundo e que as empresas – ele citou as de origem europeia – estão atrás dos projetos brasileiros.

“O Brasil tem hoje o maior pipeline, que é a carteira de projeto de concessão rodoviária do mundo”, enfatizou o ministro. “Desde 2007 que a gente não selecionava uma empresa estrangeira para fazer investimento no Brasil. Agora a Vansi, que é uma das maiores operadoras da infraestrutura internacional, voltou a participar dos nossos leilões”, citou.

Renan Filho continuou dizendo que o Brasil é um dos países que mais recebem investimento internacional no mundo e que a perspectiva de os Estados Unidos baixarem o juro coloca os papéis domésticos no mercado de capital e os investimentos nacionais “entre os melhores do planeta”.

Ele também falou que em muitos países não é permitido aplicar o recurso e retirar os dividendos e citou como exemplo a Argentina – do presidente Javier Milei. “Se o capital for investido lá, não pode sair a hora que quer”, disse sobre um dos assuntos que estiveram entre as maiores polêmicas dos últimos meses.

O ministro disse ainda que o País chegará este ano a R$ 35 bilhões de emissão de debêntures. “Essa lei foi muito importante para as debêntures de infraestrutura”, considerou.

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