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23 de fevereiro de 2026

Valdemar Costa Neto e Rueda dizem que atuarão para impedir fim da escala 6×1


Por Agência Estado Publicado 23/02/2026 às 21h29
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Os presidentes nacionais do PL, Valdemar Costa Neto, e do União Brasil, Antonio Rueda, afirmaram que vão atuar para impedir o avanço da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. As declarações foram feitas em jantar com empresários organizado pelo grupo Esfera Brasil, em São Paulo.

Segundo Valdemar, é “difícil” para um deputado federal ou senador votar contra a proposta caso ela seja colocada em votação, pelo potencial impacto eleitoral. “Nós vamos trabalhar para não deixar votar”, afirmou, acrescentando que a estratégia é atuar junto ao presidente da Câmara para barrar o texto ainda na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). “É ali que vai ser a guerra”, disse.

O dirigente avaliou que a iniciativa integra um conjunto de propostas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com viés eleitoral e voltadas a um público específico, como a ampliação de subsídios. Para ele, a direita precisará marcar posição com propostas alternativas, que, segundo afirmou, deverão ser apresentadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

Na mesma linha, Rueda afirmou que a proposta “incomoda todos os pilares da indústria econômica do Brasil” e classificou o texto como danoso ao setor produtivo. Na avaliação dele, a medida teria finalidade eleitoral e poderia gerar efeitos negativos na economia. “Vai gerar inflação, cair no bolso do consumidor. Vai ser precificado”, declarou, ao sustentar que o custo seria repassado em diversos setores.

O presidente do União Brasil reconheceu a dificuldade política de barrar a matéria caso ela avance, diante da pressão sobre parlamentares que buscam a reeleição. Ainda assim, defendeu articulação nas comissões, especialmente na CCJ, para tentar segurar a tramitação. “Se for ao plenário, ela é avassaladora”, avaliou.

Ambos defenderam que a contenção da PEC exige articulação e diálogo no Congresso, sob o argumento de que a proposta representa um risco para a economia e para o setor produtivo.

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