Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

09 de abril de 2026

Velódromo que pegou fogo no Rio já foi atingido por vendaval, alagamento e outros 2 incêndios


Por Agência Estado Publicado 08/04/2026 às 11h03
Ouvir: 00:00

O Velódromo do Rio de Janeiro, localizado no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca (zona oeste), já foi atingido por outros dois incêndios e chegou a ficar alagado durante um vendaval e forte chuva em outubro de 2018.

Nesta quarta, 8, a instalação foi alvo de um novo incêndio. Segundo o Corpo de Bombeiros, ninguém ficou ferido.

Em entrevista à mídia local, o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, afirmou que o Velódromo Municipal do Rio e o Museu Olímpico sofreram danos limitados pelo incêndio.

“Quero informar à população que o museu está praticamente preservado, e o Velódromo e o Museu Olímpico quase não foram impactados”, disse. Segundo ele, apenas uma sala imersiva foi impactada.

Alagamento e queda de balões

Em 2018, a chuva danificou parte do telhado. À época, funcionários colocaram lonas sobre a pista, que é a estrutura mais delicada do Velódromo, feita de madeira siberiana, que exige cuidados especiais. Para manter a pista em boas condições para a prática esportiva, é necessária a refrigeração constante por ar-condicionado no local.

Em 2017, o Velódromo foi alvo de dois acidentes causados por balões, em julho e em novembro. O primeiro foi o mais grave por queimar uma área considerável do teto. O reparou custou R$ 199,4 mil. O acidente de novembro gerou menor gasto, de R$ 60 mil, aos cofres públicos. A Aglo, ligada ao Ministério do Esporte, bancou os reparos. Em ambos os casos, não houve danos estruturais no Velódromo.

Na época dos Jogos Olímpicos do Rio-2016, a pista era considerada a mais rápida do mundo. Não por acaso foram batidos 35 recordes olímpicos, paralímpicos e mundiais, entre e agosto e setembro de 2016, nas diversas provas de ciclismo disputadas no Velódromo.

Erguida para a Olimpíada, a estrutura consumiu cerca de R$ 140 milhões para ser construída. E foi alvo constante de preocupação em razão dos seguidos atrasos nas obras e na entrega final. A inauguração aconteceu com seis meses de atraso, em 26 de junho de 2016. Por isso, foi o único equipamento dos Jogos que não contou com evento-teste.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Justiça nega pedido da Enel para suspender processo que pode levar rompimento de contrato em SP


A desembargadora federal Rosana Noya Alves Weibel Kaufmann, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), negou o pedido da…


A desembargadora federal Rosana Noya Alves Weibel Kaufmann, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), negou o pedido da…

Geral

5 propostas avançam à fase final de concurso de arquitetura do Parque do Bixiga


A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) de São Paulo divulgou as cinco propostas selecionadas para a…


A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) de São Paulo divulgou as cinco propostas selecionadas para a…