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30 de junho de 2026

Líder religioso é preso em Sarandi acusado de estupro, cárcere privado e importunação sexual contra menor


Por Thiago Danezi Publicado 30/06/2026 às 18h33
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Foto: Reprodução

Um líder religioso de 53 anos foi preso preventivamente na manhã desta segunda-feira, 29 de junho, em Sarandi, nna região de Maringá, durante uma ação conjunta da Polícia Civil do Paraná (PCPR) e da Guarda Civil Municipal (GCM). Ele é investigado pelos crimes de estupro, cárcere privado, lesão corporal em contexto de violência doméstica e importunação sexual contra menor.

A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Polícia de Sarandi em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. Segundo a Polícia Civil, a medida foi requerida pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) com base nas investigações conduzidas no inquérito policial.

Conforme a PCPR, as investigações apontam que o líder religioso teria se aproveitado da posição de liderança e da influência que exercia em um estabelecimento localizado em Sarandi para constranger as vítimas e praticar os crimes. O procedimento foi conduzido sob sigilo para preservar a identidade e a integridade das vítimas.

Durante a investigação, foram reunidos depoimentos, relatórios técnicos de escuta especializada e análises periciais preliminares que embasaram o pedido de prisão preventiva. Após ser detido, o líder religioso foi encaminhado ao sistema penitenciário, onde permanecerá à disposição da Vara Criminal da Comarca de Sarandi. De acordo com a Polícia Civil, a prisão preventiva tem como objetivo garantir a ordem pública e assegurar o regular andamento da instrução processual.

Em nota, a PCPR informou que a prisão foi cumprida em conjunto com a Guarda Civil Municipal de Sarandi e destacou que o pedido da medida cautelar foi apresentado pelo Ministério Público. A corporação orientou que informações complementares sobre o processo sejam obtidas junto ao órgão responsável.

O caso segue sob investigação e, por envolver crimes de natureza sexual e uma vítima menor de idade, os detalhes permanecem sob sigilo judicial para preservar os envolvidos. Até o fechamento desta reportagem, o portal GMC Online não localizou a defesa da vítima, e o espaço segue aberto para manifestação.

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