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01 de abril de 2026

Conheça os canhões de pipoca de fábrica na região de Maringá; VÍDEOS


Por Ricardo Freitas Publicado 03/07/2022 às 11h14 Atualizado 20/10/2022 às 10h46
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Preparar pipoca em casa é algo relativamente fácil: panela, óleo, temperatura certa, esperar alguns minutos e pronto. As de micro-ondas, então, são ainda mais práticas. Mas, em uma fábrica, que produz 1 tonelada por dia, como estourar tanta pipoca para atender a demanda? Em uma fábrica em Marialva, na região de Maringá, a solução encontrada foi instalar nove canhões de pressão que estouram 180 kg por hora. O funcionamento chama atenção e vídeos feitos na empresa viralizaram na internet. Um dos sócios, Sérgio Luiz Zafalon, conta como é funcionamento dos canhões.

“Esse equipamento é chamado de canhão de expansão, de alta pressão. A gente coloca o milho dentro e funciona como se fosse uma panela de pressão comum. Aí vem o calor, existe a pressão e depois de cerca de 15 minutos saem 5 quilos de pipoca por canhão, que funcionam 8 horas por dia. Outro detalhe: não usamos óleo”, afirma Zafalon.

Depois disso, outro processo chama a atenção na fábrica: o de caramelizarão. As pipocas vão para uma espécie de “betoneira”, onde são secadas e adoçadas com o chamuscador ligado. Veja o vídeo abaixo.

O sócio da fábrica em Marialva diz que a repercussão do processo de fabricação foi uma surpresa para ele. “As pessoas têm muita curiosidade na produção. A curiosidade é inerente do ser humano, né? Muito legal fazer algo que as pessoas admiram”, disse Zafalon.

Mais curiosidades em Marialva

As tecnologias têm ajudado a fábrica a expandir os negócios, segundo os proprietários da Pipoca Beija-Flor. Zafalon explica que a empresa começou em 2006 no fundo de uma garagem, e hoje ocupa uma área de 2 mil metros quadrados, com capacidade de produção de 9 mil quilos por dia. Além da pipoca, existem outros 8 produtos que são vendidos para 4 estados.

Leia também:

Processo de caramelização. Foto: Ricardo Freitas
Sérgio Luiz Zafalon, um dos sócios da empresa. Foto: Ricardo Freitas
Um dos canhões em funcionamento. Foto: Pipocas Beija-Flor

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