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12 de fevereiro de 2026

Abecs: pagamentos recorrentes com cartões crescem 34% em 2025, a R$ 141,9 bi


Por Agência Estado Publicado 11/02/2026 às 13h08
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O volume de pagamento recorrente com cartão no Brasil cresceu 34% em 2025, a R$ 141,9 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). A modalidade vem ganhando força nos últimos anos, em meio à popularização de assinaturas de serviços como streaming, que demandam cobrança automática.

“Cada vez mais os meios de pagamentos eletrônicos se tornam um grande instrumento de comodidade para que o portador permita a cobrança automática”, afirmou o presidente da Abecs, Giancarlo Greco, em coletiva de imprensa para comentar os resultados do setor.

Em outra modalidade crescente, o valor transacionado por meio da tecnologia Tap on Phone saltou 241,4% no ano, para R$ 78 bilhões. A solução transforma o celular em maquininha de cartão por meio da tecnologia Near Field Communication (NFC). Apenas no quarto trimestre, o produto movimentou R$ 25 bilhões, uma alta de 180% em base anual. “Esse número deve crescer. Quase todas as credenciadores algo desenvolvido para oferecer essa modalidade a seus clientes”, disse Greco.

Os pagamentos por aproximação somaram R$ 1,9 trilhão em 2025, uma expansão de 31% ante 2024, ainda conforme a Abecs. Os cartões de crédito também lideraram nesta frente, com avanço de 35,4%, a R$ 1,1 trilhão, enquanto cartões de débito totalizaram R$ 520,7 bilhões (incremento de 30,8%). Mais atrás, os cartões pré-pago movimentaram R$ 282,4 bilhões no ano passado, alta de 16,5%.

No ano passado, os gastos com cartões de brasileiros no exterior totalizaram US$ 18 bilhões, o que representa um aumento anual de 14%, de acordo com a Abecs. O número equivale a R$ 100,7 bilhões, um alta de 17,8% em reais, segundo a entidade.

Europa e Estados Unidos continuaram como os destinos de maior valor transacionado, em R$ 45,8 bilhões e R$ 33,1 bilhões, respectivamente. Nas Américas (excluindo EUA), o indicador ficou em R$ 11,1 bilhões, seguidas de Ásia (R$ 5,7 bilhões), Oceania (R$ 4 bilhões) e África (R$ 716,3 milhões.

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