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13 de março de 2026

Após abrir investigação contra Brasil, EUA querem concluir apurações comerciais ‘em meses’


Por Agência Estado Publicado 13/03/2026 às 09h18
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O representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), Jamieson Greer, afirmou que o governo americano pretende avançar rapidamente nas novas investigações comerciais abertas contra parceiros, em um processo que pode levar apenas alguns meses e resultar em medidas para responder a práticas consideradas desleais.

Em entrevista à CNBC, Greer disse que a apuração busca avaliar se outros países adotam práticas que prejudiquem o comércio americano. “Se descobrirmos que países estiveram envolvidos em práticas comerciais injustas, podemos quantificar o dano ao nosso comércio e então tentar resolver essa questão”, afirmou.

Segundo ele, a intenção do governo é conduzir os processos de forma ágil. “Estamos tentando nos mover muito rapidamente, em questão de meses”, declarou.

As declarações ocorrem após os Estados Unidos abrirem, nesta madrugada, uma nova investigação comercial contra o Brasil, a União Europeia e outros 58 mercados. A apuração, conduzida com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, busca avaliar se esses países permitem a entrada de produtos feitos com trabalho forçado, o que, na avaliação de Washington, pode representar concorrência desleal para empresas americanas.

Greer também comentou a relação comercial com a China, destacando a importância de preservar canais de fornecimento para setores estratégicos. “Quero garantir estabilidade contínua na nossa relação com a China”, disse. Ele acrescentou que Washington busca assegurar o acesso a insumos críticos. “Queremos garantir que continuemos a receber as terras raras de que precisamos para nossa base industrial.”

O representante comercial também abordou o reembolso de tarifas após decisões judiciais recentes contra parte das medidas adotadas pelo governo Trump. Segundo ele, “pagamentos de juros fazem parte do processo de reembolso de tarifas”, sem entrar em detalhes.

Em relação à guerra no Irã, Greer afirmou que a expectativa do governo é de que qualquer impacto do conflito terá “curta duração”.

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