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16 de janeiro de 2026

Até novembro, IBC-Br tem altas de 2,39% em 12 meses e de 2,38% no acumulado de 2025


Por Agência Estado Publicado 16/01/2026 às 10h11
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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 2,39% nos 12 meses encerrados em novembro do ano passado, na série sem ajuste sazonal, informou a autarquia nesta sexta-feira, 16. É uma desaceleração frente ao mesmo período até outubro, quando a alta era de 2,59% (revisado, de 2,52%).

O índice ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor, cresceu 1,71% – também desacelerando frente ao mesmo intervalo de tempo até outubro, quando avançava 1,88% (revisado, de 1,82%). O indicador da agropecuária acumulou alta de 13,20%, contra 13,47% (revisado, de 13,26%) no mesmo período até o mês anterior.

Também em 12 meses, a taxa acumulada pelo IBC-Br da indústria passou de 1,45% (revisado, de 1,44%) para 1,24%. O índice de serviços passou de 2,13% (revisado, de 2,07%) para 2,02%.

O indicador de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – passou de 1,58% (revisado, de 1,43%) para 1,17%.

Acumulado de 2025 até novembro

No acumulado de janeiro a novembro de 2025, o IBC-Br total cresceu 2,38% frente ao mesmo período de 2024.

O índice ex-agropecuária avançou 1,69%, enquanto o indicador do agro teve alta de 13,42%.

A indústria subiu 1,33%; os serviços, 1,98%; e os impostos, 1,03%.

Trimestre

O IBC-Br total cresceu 0,16% no trimestre móvel encerrado em novembro, na série com ajuste sazonal e na comparação com os três meses anteriores.

O índice ex-agro ficou praticamente estável, com alta de 0,03%, e o específico do agro cresceu 1,90%. A indústria caiu 0,78%; os serviços aumentaram 0,41%; e os impostos cederam 0,45%.

Considerando o trimestre até novembro, mas frente ao mesmo período de 2024 e na série sem ajuste sazonal, o IBC-Br total cresceu 1,40%.

O índice ex-agropecuária teve alta de 1,30%, e o específico do agro, de 4,55%. A indústria avançou 0,66%; os serviços, 1,86%; e os impostos ficaram praticamente estáveis, com baixa de 0,02%.

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