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12 de fevereiro de 2026

Bolsas da Europa fecham majoritariamente em queda após balanços e payroll; Londres sobe


Por Agência Estado Publicado 11/02/2026 às 14h26
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As bolsas europeias encerraram esta quarta-feira (11) predominantemente em queda, refletindo a reação dos investidores a uma nova rodada de balanços corporativos das empresas do continente e à divulgação atrasada do relatório de empregos dos EUA (payroll) referente a janeiro.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,14%, a 10.472,11 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,43%, a 18.044,50 pontos. Em Frankfurt, o DAX perdeu 0,53%, a 24.856,15 pontos. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,18%, a 8.313,24 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,62%, a 46.510,83 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 1,31%, a 9.070,52 pontos. As cotações são preliminares.

O FTSE 100, em Londres, teve destaque no pregão e esteve desalinhado das outras bolsas europeias. A bolsa londrina intensificou alta perto do encerramento do pregão, atingindo uma nova máxima histórica a 10.493,83 pontos. As ações da AstraZeneca (+4,6%), BP (+5,4%) e as mineradoras Fresnillo (+3,3%) e Antofagasta (+6%) guiaram o rumo da alta.

A valorização em Londres acontece mesmo no contexto de crescentes tensões políticas no Reino Unido. Na terça, 10, o primeiro-ministro Keir Starmer declarou que não renunciaria, o que poderá aumentar as preocupações, segundo o ING, caso surja a possibilidade de um sucessor trabalhista menos centrista, considerando as potenciais repercussões fiscais.

Enquanto isso, as demais bolsas europeias chegaram a mudar de direção após a divulgação dos dados de emprego nos EUA (payroll), mas intensificaram suas perdas ao longo da sessão.

Nos balanços, a gigante francesa de software Dassault Systèmes despencou 21% após decepcionar na receita do trimestre. Já o banco alemão Commerzbank registrou receita e lucro acima das previsões, mas suas ações caíram 2,3%. Os papéis da Heineken, por outro lado, subiram mais de 4% após a holandesa revelar planos de cortar até 6 mil empregos nos próximos dois anos e garantir alta de 4,4% no lucro operacional de 2025.

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