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27 de janeiro de 2026

Carney diz a Trump que mantém críticas feitas em Davos sobre coerção econômica


Por Agência Estado Publicado 27/01/2026 às 15h30
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O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que falou com o presidente dos EUA, Donald Trump, na segunda-feira, 26, e disse a ele que mantém as declarações feitas na semana passada, nas quais lançou um chamado à ação entre países de menor porte contra a coerção econômica. Seu discurso no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, não citou explicitamente os EUA nem Trump, mas foi amplamente interpretado como uma crítica às políticas do presidente norte-americano de usar o poder econômico e militar dos EUA para alcançar objetivos geopolíticos. As declarações ofereceram um modelo para que outros países enfrentem esse tipo de pressão.

“Para ser absolutamente claro, e eu disse isso ao presidente, ‘eu quis dizer o que disse em Davos'”, afirmou Carney nesta terça-feira, antes de uma reunião do gabinete. “Era um conjunto mais amplo de questões, e o Canadá foi o primeiro país a compreender a mudança na política comercial dos EUA que ele iniciou, e estamos respondendo a isso.”

A conversa telefônica ocorreu dias depois de Trump ameaçar o Canadá com tarifas de 100% caso o país firmasse um acordo de livre comércio com a China, maior rival dos EUA. Neste mês, Ottawa e Pequim chegaram a uma trégua comercial, concordando em reduzir tarifas sobre veículos elétricos fabricados na China e produtos agrícolas canadenses.

Em publicações na Truth Social, Trump se referiu a Carney como “governador”, em alusão a comentários anteriores do presidente sobre o uso de força econômica para pressionar o Canadá a se tornar o 51º Estado americano. Trump também alertou que o Canadá “está se destruindo sistematicamente” ao aprofundar os laços econômicos com a China.

Carney disse que conversou com Trump sobre a diversificação do comércio canadense no exterior “e expliquei a ele nosso arranjo com a China”.

O premiê e outros altos funcionários do governo canadense afirmaram que não têm interesse em buscar um acordo de livre comércio com a China. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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