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13 de maio de 2026

China exporta mais veículos elétricos do que carros tradicionais pela primeira vez em abril


Por Agência Estado Publicado 11/05/2026 às 09h56
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A China exportou mais veículos elétricos e veículos híbridos plug-in do que carros a gasolina ou diesel pela primeira vez em abril, à medida que as montadoras expandiram agressivamente suas operações no exterior para compensar a demanda moderada no mercado doméstico.

A China exportou 769 mil automóveis em abril, com os veículos de nova energia – termo que inclui veículos elétricos e híbridos plug-in – representando 52,7% do total das exportações, informou a Associação Chinesa de Carros de Passageiros (CPCA) nesta segunda-feira, 11. As exportações de veículos de nova energia mais do que dobraram, chegando a 406 mil unidades no mês passado, mostraram os dados.

O aumento das exportações ocorreu enquanto o mercado doméstico continuava sob pressão devido ao fraco sentimento de consumo. As vendas no varejo de carros de passeio em abril caíram 21,5% em relação ao ano anterior, para 1,38 milhão de unidades, segundo a CPCA. As vendas recuaram 16% em comparação com março.

A alta dos preços do petróleo também pesou sobre a demanda por veículos tradicionais movidos a gasolina, acrescentou a associação, já que os consumidores passaram cada vez mais a optar por carros de nova energia para evitar custos maiores com combustível.

O Salão do Automóvel de Pequim, em abril, deu um leve impulso ao sentimento do mercado, embora as vendas tenham permanecido abaixo dos níveis de um ano antes. As vendas no varejo de veículos elétricos e carros híbridos caíram 6,8%, para 849 mil unidades, em abril.

Olhando adiante, o mercado automotivo da China continuará enfrentando desaceleração da demanda, à medida que o fraco sentimento de consumo e os preços mais altos do petróleo reduzem a disposição dos compradores de adquirir carros. Espera-se que as exportações se tornem o principal motor de crescimento da indústria automobilística chinesa. As principais montadoras provavelmente continuarão expandindo na Europa e na América Latina para compensar a demanda mais fraca no Oriente Médio, afirmou a entidade do setor. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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