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17 de abril de 2026

Dólar sobe junto com petróleo e de olho em notícias locais


Por Agência Estado Publicado 15/04/2026 às 09h55
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O dólar opera com viés de alta na manhã desta quarta-feira, 15, alinhado à valorização externa da divisa americana e do petróleo em meio a incertezas em torno de uma suposta nova rodada de negociações entre Estados Unidos e Irã, após o fracasso das conversas no fim de semana no Paquistão.

O avanço dos rendimentos dos Treasuries também pesa nos ajustes da curva de juros, além da disparada do IGP-10. Os dados de varejo vieram abaixo das medianas do mercado, mas atingiram novo patamar recorde em fevereiro.

As vendas do varejo restrito subiram 0,6% em fevereiro ante janeiro e avançaram 0,2% na comparação anual, segundo o IBGE, ambos abaixo das projeções do mercado. No acumulado, cresceram 1,5% no ano e 1,4% em 12 meses (de 1,6%).

Já o varejo ampliado teve alta de 1% no mês, mas caiu 2,2% em um ano, acumulando retração de 0,5% no ano e de 0,4% em 12 meses (ante estabilidade), mostrando desempenho mais fraco.

No campo da inflação, o IGP-10 subiu 2,94% em abril, após queda de 0,24% em março, segundo a Fundação Getulio Vargas, superando o teto das projeções (2,73%) e bem acima da mediana (1,38%).

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse, em entrevista à Bloomberg, que os bancos centrais do mundo podem ter de reagir para conter a inflação se a guerra no Oriente Médio se prolongar.

O Tesouro Nacional anunciou a oferta de títulos soberanos denominados em euros, com vencimentos de quatro anos (EURO 2030), sete anos (EURO 2033) e dez anos (EURO 2036).

Na política, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece pela primeira vez à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno, com 42% contra 40%, segundo a Genial/Quaest.

Lá fora, autoridades envolvidas na mediação entre Estados Unidos e Irã avançaram nesta quarta-feira nas negociações para estender o cessar-fogo entre os dois países, mas o presidente Donald Trump afirmou que não considera necessária a prorrogação da trégua, evidenciando um descompasso entre os esforços diplomáticos e a posição da Casa Branca às vésperas do prazo de 22 de abril.

A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou interromper rotas comerciais no Golfo Pérsico, Mar de Omã e Mar Vermelho em resposta ao bloqueio marítimo dos EUA aos portos iranianos.

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