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25 de maio de 2026

Durigan: colchão de proteção no Eco Invest assegura IPCA mais 1% ao investidor


Por Agência Estado Publicado 25/05/2026 às 14h03
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, detalhou nesta segunda-feira, 25, que o 5º leilão do Eco Invest, lançado nesta data pelo governo federal, contará com um “colchão de proteção” que irá assegurar um retorno equivalente ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais 1% ao investidor.

“Não é um investimento de altíssimo risco em que ele consegue tirar valores como em outros momentos, investimento de renda variável em Bolsa, mas é um investimento que pode, de fato, ter um grande sucesso”, disse Durigan durante coletiva de imprensa após o painel de lançamento da nova etapa do programa. “O investidor não tem prejuízo. O investidor vai ter um colchão dentro do fundo de inovação em que ele, de alguma maneira, consegue ter uma rentabilidade mínima garantida”, reforçou o chefe da Fazenda.

Ainda segundo o ministro, a iniciativa busca tornar os investimentos em inovação no País menos arriscados, garantindo algum retorno mesmo em caso de ideias que não tenham muito êxito.

“Ele pode investir numa empresa de base tecnológica, uma ideia que seja disruptiva, que pode dar muito certo, mas também pode não dar certo”, detalhou Durigan, reforçando que a iniciativa se insere no que considera ser uma parceria “moderna” entre setor público e privado. “Nós estamos apoiando o setor privado, que sabe identificar oportunidades. O poder público está dando apoio para ele fazer isso. Se uma parte do investimento der errado, tem um colchão para cobrir. Se der super certo, ótimo, o investidor vai ganhar muito dinheiro, muito lucro, e é correto no ganho. A gente pode também zerar esse apoio se ele for bem sucedido. Isso é uma boa parceria. Quem ganha é o País que vai ter tecnologia e desenvolvimento.”

Conforme divulgou o Tesouro, o leilão prevê a criação de seis Fundos de Inovação, uma linha de crédito corporativo e recursos não reembolsáveis para pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica. Os instrumentos serão direcionados a cadeias como fertilizantes verdes, combustíveis verdes avançados, automação e inteligência artificial aplicada à indústria, beneficiamento de minerais críticos, sistemas de baterias e veículos elétricos, química verde, biomateriais e circularidade de resíduos minerais e industriais.

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