Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

06 de abril de 2026

Energia elétrica foi a vilã da inflação de 2025 e alimentos foram fator de alívio, diz IBGE


Por Agência Estado Publicado 09/01/2026 às 14h03
Ouvir: 00:00

Apesar da trégua em dezembro, a energia elétrica residencial foi a maior vilã da inflação no ano de 2025. Por outro lado, os alimentos ajudaram a deter o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no ano, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A energia elétrica subiu 12,31% em 2025, subitem de maior impacto individual, uma contribuição de 0,48 ponto porcentual para a inflação de 4,26% registrada no ano.

“A energia elétrica pressionou o IPCA de 2025 por conta de bandeiras tarifárias, mas também por reajustes”, lembrou Gonçalves.

Figuraram ainda no ranking de principais pressões sobre o IPCA de 2025: cursos regulares (alta de 6,54% e impacto de 0,29 ponto porcentual), plano de saúde (6,42% e 0,26 ponto porcentual), aluguel residencial (6,06% e 0,22 ponto porcentual), lanche (11,35% e 0,21 ponto porcentual), produtos farmacêuticos (5,42% e 0,19 ponto porcentual), refeição (4,97% e 0,18 ponto porcentual), café moído (35,65% e 0,18 ponto porcentual), higiene pessoal (4,23% e 0,17 ponto porcentual), empregado doméstico (5,36% e 0,15 ponto porcentual), condomínio (5,14% e 0,12 ponto porcentual) e taxa de água e esgoto (4,50% e 0,08 ponto porcentual).

Na direção oposta, os principais alívios na inflação de 2025 partiram de arroz (-26,56% e -0,20 ponto porcentual), leite longa vida (-12,87% e -0,10 ponto porcentual), aparelho telefônico (-6,27% e -0,05 ponto porcentual), eletrodomésticos e equipamentos (-6,01% e -0,05 ponto porcentual), seguro voluntário de veículo (-5,67% e -0,05 ponto porcentual), automóvel usado (-2,26% e -0,04 ponto porcentual), batata-inglesa (-13,65% e -0,03 ponto porcentual), feijão-preto (-32,38% e -0,02 ponto porcentual), azeite de oliva (-21,04% e -0,02 ponto porcentual), alho (-15,88% e -0,02 ponto porcentual) e TV, som e informática (-3,73% e -0,02 ponto porcentual).

Alimentação

“Pelos números de 2025, a gente vê claramente a inflação sendo influenciada por alimentação. Os alimentos foram os que mais contribuíram para essa taxa contida. Alimentação realmente foi o principal fator para essa taxa menor do IPCA de 2025”, declarou Gonçalves.

A alta de 2,95% no grupo Alimentação e Bebidas em 2025 foi a oitava mais branda desde a implementação do Plano Real, frisou Gonçalves.

Segundo ele, a safra agrícola recorde de 2025 contribuiu para os alimentos pesarem menos no bolso das famílias e, consequentemente, na inflação. A melhora nos preços também pode ser explicada pela desvalorização do dólar ante o real e por uma redução nos preços de commodities.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

ANP publica edital da OPP com mais 15 blocos e empresas já podem manifestar interesse


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta segunda-feira, 6, a nova versão do edital da…


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou nesta segunda-feira, 6, a nova versão do edital da…

Economia

Inframerica diz estar ‘positiva’ quanto ao novo leilão do Aeroporto de Brasília


A concessionária Inframerica, atual administradora do Aeroporto Internacional de Brasília, afirmou que se mantém positiva quanto ao resultado da sessão…


A concessionária Inframerica, atual administradora do Aeroporto Internacional de Brasília, afirmou que se mantém positiva quanto ao resultado da sessão…

Economia

Presidente da CVM diz que instituição está ‘sob ataque’ e que BC tenta ficar ‘melhor na foto’


O presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, afirmou que a CVM está “sob ataque”, com outros…


O presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, afirmou que a CVM está “sob ataque”, com outros…