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21 de maio de 2026

Etanol registra maior queda entre combustíveis e chega a R$ 4,48 por litro, mostra pesquisa


Por Agência Estado Publicado 21/05/2026 às 13h55
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O etanol hidratado registrou a queda mais intensa entre os combustíveis na segunda semana de maio, atingindo o menor nível do ano, com o avanço da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul e o aumento da oferta no mercado interno, segundo o Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, elaborado com apoio técnico da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na comparação com a última semana de abril, o litro do etanol recuou 3,83% e passou a R$ 4,48 na média nacional, se tornando mais vantajoso para o motorista do que a gasolina. Já em relação ao pico de preço atingido em meados de abril, quando estava em R$ 4,82 por litro, a queda foi de 7%, informou a Veloe.

Enquanto gasolina e diesel S-10 passaram por uma acomodação parcial após as altas registradas entre o fim de março e o início de abril, o etanol aprofundou o movimento de queda iniciado ainda na segunda semana de abril, reforçando a influência da maior oferta do biocombustível sobre os preços.

Também na comparação com a última semana de abril, a gasolina comum e o diesel S-10 apresentaram reduções mais moderadas, de 0,27% e 1,27%, para R$ 6,76 e R$ 7,21 por litro, respectivamente. Enquanto esses combustíveis mostraram acomodação parcial após altas entre o fim de março e o início de abril, o etanol aprofundou a queda iniciada ainda na segunda semana de abril.

A baixa também melhorou a atratividade do etanol frente à gasolina. A relação entre os preços caiu de 71,7% no fim de abril para 69,7% na segunda semana de maio, abaixo da referência de 70% usada como parâmetro aproximado para veículos flex, o que sugere pequena vantagem econômica do biocombustível na média nacional.

Entre os estados, as cinco maiores quedas em termos absolutos foram registradas em Goiás (-4,9%), Distrito Federal (-4,6%), São Paulo (-4,7%), Minas Gerais (-4,2%) e Mato Grosso (-4,1%), reforçando o impacto da safra no Centro-Sul.

“O mercado acompanha a evolução da moagem, além de fatores como petróleo, câmbio e o mix das usinas entre açúcar e etanol”, informou a Veloe, empresa de mobilidade e gestão de frotas e frete da holding Elopar, controlada pelo Banco do Brasil e Bradesco.

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