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05 de março de 2026

FGV: aluguel residencial sobe 0,30% em fevereiro, após alta de 0,65% em janeiro


Por Agência Estado Publicado 05/03/2026 às 08h30
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Os aluguéis residenciais aumentaram 0,30% em fevereiro, após terem subido 0,65% em janeiro. Os dados são do Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) nesta quinta-feira, 5.

O índice acumulou uma alta de 4,05% nos 12 meses até fevereiro, ante um avanço de 5,62% nos 12 meses encerrados em janeiro.

“Os números relativamente estáveis em capitais como São Paulo, não refletem, necessariamente queda na demanda por imóveis para locação, mas podem indicar um mercado com maior normalização de preços após um período de forte alta, pois mesmo em mercados aquecidos os preços elevados não se mantêm descolados por muito tempo do preço em que o consumidor está disposto a pagar. Com isso, temos que o comportamento esperado para os aluguéis em 2026 é de menor volatilidade nas taxas mensais, mas sem indicativo de queda em 12 meses”, avaliou o economista Matheus Dias, do Ibre/FGV, em nota oficial.

O IVAR foi criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil, com informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis. Até então, a FGV coletava informações de anúncios de imóveis residenciais para locação, e não os valores efetivamente negociados.

Quanto aos resultados das quatro capitais que integram o índice da FGV, o aluguel residencial em São Paulo passou de um aumento de 0,63% em janeiro para alta de 0,03% em fevereiro. No Rio de Janeiro, o índice saiu de alta de 0,57% para elevação de 0,63% no período; em Belo Horizonte, de aumento de 0,53% em janeiro para alta de 0,97% em fevereiro; e em Porto Alegre, de alta de 0,78% para aumento de 0,19%.

No acumulado em 12 meses, os aluguéis avançaram 2,76% em São Paulo; 8,15% em Belo Horizonte; 7,85% no Rio de Janeiro; e 0,82% em Porto Alegre.

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