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26 de maio de 2026

Lucro da Xiaomi despenca no 1º trimestre à medida que preços de memória disparam


Por Agência Estado Publicado 26/05/2026 às 10h42
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A Xiaomi teve um início de ano difícil, registrando outra queda nos lucros, à medida que a escassez de memória, a forte concorrência e a demanda fraca afetaram seus negócios.

O desempenho lento destaca os vários desafios que a Xiaomi enfrenta enquanto continua sua transição para veículos elétricos e dispositivos inteligentes: à medida que o boom da inteligência artificial consome o fornecimento de memória, os custos mais altos estão reduzindo as margens de lucro dos smartphones. Ao mesmo tempo, seu segmento automotivo está enfrentando uma desaceleração generalizada na China, e seu negócio de eletrodomésticos passa por um período de demanda mais fraca com queda dos subsídios governamentais.

O lucro líquido da empresa com sede em Pequim caiu 57%, para 4,72 bilhões de yuans no primeiro trimestre, ou US$ 694,7 milhões. A receita caiu 11%, para 99,14 bilhões de yuans, informou a empresa nesta terça-feira.

Isso ficou abaixo das expectativas dos analistas de um lucro líquido de 5,64 bilhões de yuans sobre uma receita de 99,52 bilhões de yuans, de acordo com uma pesquisa da Visible Alpha.

A receita de seu negócio de smartphones caiu 12,5% durante o período de três meses, um resultado que a Xiaomi atribuiu a remessas mais baixas, apesar dos preços médios de venda mais altos.

Seu segmento de produtos de Internet das Coisas e estilo de vida – que inclui eletrodomésticos – foi o de pior desempenho. As vendas do segmento caíram 24%, para 24,7 bilhões de yuans, apesar da receita mais alta nos mercados estrangeiros.

O negócio de veículos elétricos da empresa – sua divisão mais nova e de crescimento mais rápido – teve um desempenho melhor, com a receita subindo 5,1%, graças ao aumento das entregas de carros.

Para demonstrar a confiança da empresa em suas perspectivas de negócios, a Xiaomi anunciou nesta terça que planeja uma recompra de ações no mercado de até 20 bilhões de dólares de Hong Kong, equivalente a US$ 2,55 bilhões, nos próximos 12 meses. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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