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04 de abril de 2026

Ministro da Argentina diz que país busca maior flexibilidade no Mercosul


Por Agência Estado Publicado 06/02/2026 às 17h35
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O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, afirmou nesta sexta-feira, 6, que quando o país aprovar o projeto para o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, a medida poderá “ser ativa”, e que “à medida que outros países fizerem o mesmo, eles serão adicionados” ao acordo. Em coletiva de imprensa, ele indicou que a aprovação de um dos integrantes do Mercosul permite a ativação provisória do tratado para este país, o que a Argentina espera fazer ao enviar a medida à Câmara dos Deputados.

“Está claro que a Argentina, decididamente, busca maior flexibilidade dentro do Mercosul. Por diferentes razões, o acordo com a União Europeia demorou mais de 25 anos para ser assinado. Com os Estados Unidos, demorou um pouco mais de um ano. Nós não temos tempo a perder”, afirmou o ministro.

Quirno enfatizou que o acordo sobre “minerais críticos” com os Estados Unidos dá “maior previsibilidade” às empresas “que já são as principais investidoras” na Argentina. No entanto, indicou que “isso não implica que a China não possa participar”.

O porta-voz presidencial Manuel Ardoni celebrou o acordo com os Estados Unidos na ocasião. “É para todas as 24 províncias argentinas e seus 47 milhões de cidadãos.”

Segundo ele, a medida “implica um novo e enorme mercado para as empresas” e “poderia quintuplicar suas exportações de carne”, além de “consolidar a liderança regional”.

Adorni afirmou que a medida elimina tarifas recíprocas para 1675 produtos. “A Argentina está mostrando à América Latina que o caminho é o capitalismo e o livre comércio, não o estatismo”, concluiu.

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