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01 de abril de 2026

Ouro fecha perto da estabilidade com shutdown e apostas para o Fed


Por Agência Estado Publicado 06/11/2025 às 15h51
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O ouro fechou perto da estabilidade nesta quinta-feira, 6, com investidores acompanhando os desdobramentos do shutdown mais longo da história dos EUA, bem como informações de que empresas americanas anunciaram mais de 153 mil demissões em outubro, o que aumentou as apostas de corte de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em dezembro.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em queda de 0,04%, a US$ 3.991,00 por onça-troy.

Mais cedo, o metal dourado chegou a avançar acima dos US$ 4.000, enquanto traders assimilavam o impacto dos últimos dados do mercado de trabalho dos EUA para a perspectiva de política do Fed.

“Com a reunião final do Fed de 2025 se aproximando e a paralisação do governo dos EUA atrasando dados importantes, os mercados enfrentam uma incerteza ampliada sobre a perspectiva econômica e o caminho para mais flexibilização”, diz Soojin Kim, do MUFG.

Em relatório divulgado nesta quinta-feira, a consultoria Challenger, Grey & Christmas informou que empresas sediadas nos EUA anunciaram o maior número de demissões desde 2003 e uma alta de 175% em relação a outubro de 2024. O principal dado federal de emprego do país, o payroll, não deve ser divulgado novamente na sexta-feira em meio ao shutdown.

Ainda nesta tarde, a presidente do Fed de Cleveland, Beth Hammack, demonstrou cautela e disse não ter certeza se a política monetária deve ser alterada no momento. Já o diretor do BC Michael Barr avaliou que o trabalho “ainda não terminou”.

Apesar das correções recentes do metal precioso, especialistas acreditam que o ativo tem potencial de valorização nos próximos meses. Cortes mais expressivos nos juros dos EUA até meados de 2026 pressionarão o dólar para baixo e aumentarão a procura pelo metal para proteção, diz Mauriciano Cavalcante, diretor de ouro da corretora Ourominas.

A commodity permanece em alta de 52% este ano, apoiado por compras de bancos centrais, entradas para ETFs e incertezas geopolíticas persistentes.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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