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18 de maio de 2026

Projeção do Ministério da Fazenda de alta para o PIB de 2026 permanece em 2,3%


Por Agência Estado Publicado 18/05/2026 às 14h10
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O Ministério da Fazenda manteve a sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2026 em 2,3%. A estimativa para o ano que vem permaneceu em 2,6%. As informações constam do Boletim Macrofiscal, publicado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) nesta segunda-feira.

As projeções da SPE continuam acima das medianas do último relatório Focus, que indicavam crescimento de 1,85% para o PIB em 2026 e de 1,77% para 2027.

“O efeito contracionista da Selic mais elevada é compensado pela alta do preço do petróleo, que atua por dois canais: os efeitos diretos sobre a indústria extrativa e seus encadeamentos produtivos, e a melhora dos termos de troca e do saldo da balança comercial, movimento já observado nos dados até abril”, diz a SPE, que manteve a projeção de crescimento para o PIB do primeiro trimestre de 1% na margem e de 1,8% interanual.

Segundo a pasta, as projeções permanecem sustentadas pela divulgação de indicadores coincidentes, que apontaram desempenho em linha com o projetado para o PIB total.

A projeção para o PIB agropecuário permaneceu em 1,2%, já incorporando os resultados da LSPA de março. Para a indústria, mantém-se a expectativa de alta de 2,2%, com o desempenho aquém do esperado da manufatura no primeiro trimestre de 2026 sendo compensado, ao longo do ano, pelo dinamismo da indústria extrativa, favorecida pela elevação das cotações do petróleo e seus encadeamentos produtivos.

Para os serviços, a projeção também se manteve em 2,4%, “sustentada pela entrada em vigor da isenção do imposto de renda, pela expansão do crédito consignado privado e pelo crescimento da massa real de rendimentos em um mercado de trabalho ainda resiliente”.

Para 2027, a SPE diz que a estimativa foi mantida por causa dos efeitos defasados do ciclo de flexibilização monetária, com a redução da Selic ao longo de 2026 e 2027, conforme expectativas de mercado.

Segundo a SPE, a partir de 2027, o ritmo de crescimento deverá acelerar pouco em relação a 2026: “Este cenário conta com os impactos positivos e graduais da Reforma Tributária, além do Plano de Transformação Ecológica. Cabe ressaltar que este crescimento esperado é próximo ao crescimento potencial estimado para a economia brasileira”, escreveu.

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