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08 de abril de 2026

UE diz que não há reunião Von der Leyen-Trump planejada em Davos e discute retaliação tarifária


Por Agência Estado Publicado 19/01/2026 às 10h13
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O porta-voz de Comércio da União Europeia, Olof Gill, afirmou nesta segunda-feira, 19, que não há nenhuma reunião planejada entre a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. Segundo ele, a relação entre Bruxelas e Washington segue pautada pelo esforço de contenção das tensões recentes. “Nossa prioridade é o diálogo, não a escalada”, disse Gill, em coletiva de imprensa.

Questionado sobre a resposta europeia às novas ameaças tarifárias dos EUA, relacionadas à Groenlândia, o porta-voz afirmou que “autoridades europeias estão conversando sobre retaliação às novas tarifas”, ressaltando, porém, que os contatos bilaterais continuam ativos.

De acordo com Gill, “os contatos com os EUA seguem acontecendo em todos os níveis, inclusive políticos e comerciais”, e o bloco está empenhado em evitar um desfecho mais adverso. “Estamos tomando todas as medidas possíveis para evitar um cenário negativo”, declarou.

Gill explicou que a UE mantém à disposição seus mecanismos de resposta comercial. “Os instrumentos de defesa comerciais do bloco nunca saíram da nossa mesa de opções”, afirmou, acrescentando que o bloco “está pronto para fazer o que for preciso para se defender de ameaças comerciais”. Nesse contexto, ele confirmou que a suspensão das tarifas retaliatórias aprovadas no ano passado – que atingem 93 bilhões de euros em produtos americanos – expira em 7 de fevereiro, data a partir da qual as medidas podem ser reativadas.

As tarifas haviam sido aprovadas pela UE, mas congeladas após um pacto comercial com Washington. No entanto, parlamentares europeus indicaram no fim de semana que podem adiar a ratificação desse acordo, em reação às medidas anunciadas por Trump.

Além da agenda com os EUA, Gill destacou que o bloco busca diversificar parcerias. Segundo ele, a UE “está no caminho para fechar um grande acordo comercial com a Índia”, reforçando a estratégia de ampliar mercados e reduzir vulnerabilidades externas.

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