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01 de abril de 2026

Richard Ashcroft, ex-The Verve, abre shows do Oasis no Brasil


Por Agência Estado Publicado 20/11/2025 às 22h30
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Richard Ashcroft, ícone do britpop e ex-vocalista do The Verve, será o responsável por abrir os dois shows de Oasis no Brasil em novembro. A banda dos irmãos Liam e Noel Gallagher se apresenta no MorumBIS, em São Paulo, nos dias 22 e 23, com ingressos esgotados.

A escolha de Ashcroft não surpreende os fãs das bandas: além de acompanhar o Oasis na recente turnê de reunião no Reino Unido, o cantor mantém uma relação antiga e próxima com os Gallagher – iniciada quando o The Verve e o Oasis dividiram uma turnê ainda em 1993.

A amizade também rendeu parcerias, como a dedicatória de Noel Gallagher a Ashcroft no encarte de (Whats The Story) Morning Glory? e a participação do cantor nos vocais de apoio de All Around The World, de Be Here Now.

A trajetória de Ashcroft é uma das mais marcantes do britpop. À frente do The Verve entre 1989 e 2009, ano em que a banda chegou ao fim, ele ajudou a definir o som do movimento e tornou o grupo mundialmente conhecido com Bitter Sweet Symphony, de 1997.

O artista segue em carreira solo desde 2009 e já lançou sete álbuns – entre eles Acoustic Hymns Vol. 1 (2021), que traz uma nova versão de Cmon People (Were Making It Now) em parceria com Liam Gallagher.

O maior sucesso da carreira de Ashcroft também protagonizou uma das disputas de direitos autorais mais longas do rock. Bitter Sweet Symphony utiliza um trecho da versão orquestral de The Last Time, gravada em 1965 pela Andrew Oldham Orchestra, baseada na música dos Rolling Stones.

A banda havia autorizado o uso de um pequeno recorte da melodia em troca de 50% dos royalties, mas o empresário Allen Klein argumentou que o The Verve utilizou mais do que o combinado.

O caso resultou na perda total dos direitos autorais por Ashcroft, que precisou ceder os créditos e toda a arrecadação da faixa a Mick Jagger e Keith Richards. A música chegou a ser indicada ao Grammy com os nomes dos dois nos créditos, enquanto o próprio Ashcroft não recebia nada.

A situação só mudou em 2019, quando Jagger e Richards reverteram a decisão e devolveram ao cantor a parte que lhe cabia na composição.

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