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02 de abril de 2026

Brasil flerta com pódio e fica em 4º na final dos cinco arcos do Mundial de Ginástica Rítmica


Por Agência Estado Publicado 27/08/2023 às 18h40
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O conjunto brasileiro ficou muito perto de subir ao pódio na final dos cinco arcos do Mundial de Ginástico Rítmica, disputado em Valência, na Espanha. Duda Arakaki, Deborah Medrado, Giovanna Oliveira, Sofia Madeira e Nicole Pírcio fizeram uma ótima apresentação neste domingo e somaram 35,850 pontos, mesma pontuação da Itália, que ficou com o bronze no critério de desempate, deixando as brasileiras na quarta colocação. A China, com 36,550, foi ouro, e a Espanha, com 36,100 terminou com a prata.

Ao som de “I wanna dance with somebody”, de Withney Houston, o Brasil também homenageava a cantora americano no collant, inspirado em um figurino de cristas coloridos usado por ela. A execução foi melhor do que a realizada na mesma prova durante o classificatório do conjunto, na sexta-feira, quando a equipe brasileira ganhou nota 34,900.

A quarta colocação também foi a posição do Brasil no Mundial do ano passado e é a mais alta já alcançada pela seleção. Caso o bronze viesse, portanto, seria um feito inédito para a ginástica rítmica nacional, que, mesmo deixando Valência sem nenhuma medalha, encerra a competição com um ótimo balanço. É a primeira vez o País se classifica para a Olimpíada no individual e no conjunto por meio de um Mundial.

Na sexta, o conjunto somou os 34,900 dos cinco arcos aos 30,100 da prova mista para somar 65,000 na disputa geral, terminou em sexto lugar e conseguiu a vaga olímpica. O Mundial dá cinco vagas diretas para a Olimpíada, mas a classificação foi ampliada até a sétima colocada porque Israel e Espanha, medalhistas na edição do ano passado e por isso já garantidas em Paris, subiram ao pódio novamente. A Bulgária, campeã em 2022, ficou apenas em 12º lugar. Itália (4º), Ucrânia (5º) e França (7º) completaram a lista de classificadas.

Além disso, na quinta-feira, Bárbara Domingos celebrou a inédita classificação à final do Mundial no individual e a conquista de uma vaga aos Jogos Olímpicos de Paris com o 14º lugar no geral. Na decisão, teve o melhor resultado no individual geral da história do Brasil, em 11º lugar.

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