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01 de abril de 2026

John Textor revela desejo de separar o Botafogo de empreendimentos da Europa


Por Agência Estado Publicado 27/07/2025 às 09h00
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Empresário e dono da SAF do Botafogo, John Textor falou com jornalistas após o empate com o Corinthians no Rio, neste sábado, pelo Brasileirão. A pauta: negócios relacionados ao futebol. Para o americano, o clube carioca é um ativo muito valioso e sua intenção é separá-lo do resto de seus negócios europeus.

A questão surgiu porque Textor está enfrentando uma questão legal nos Estados Unidos com relação à empresa Eagle Football Holdings, que administra diversos clubes de futebol. Dentre eles, o Botafogo e o Lyon, da França. A investidora Iconic Sports, que ajudou Textor em suas aquisições, pede na justiça americana o controle total da Eagle. O empresário garante que é o sócio majoritário, mas que seus planos são de tirar o Botafogo do controle desta administração.

“Várias matérias que você lê na França que dizem que o Lyon pagou pelos títulos do Botafogo são erradas”, disse Textor. “Ganhamos dinheiro com títulos, vendas de jogadores e porque somos bons no negócio. Botafogo financia a Europa, e não o contrário. Somos uma organização auditada por empresas do maior calibre, fizemos tudo isso para entrar no IPO, não há debate. Não há problema financeiro. Estamos financiando a Europa. Quero separar o Botafogo da parte europeia, mas isso é com a diretoria da Eagle.”

O americano vê um potencial grande no Botafogo e não quer correr o risco de perder o controle do clube carioca, como pode acontecer com o Lyon. “Eu quero comprar o Botafogo de volta e tirá-lo da Eagle. Vou continuar sendo o dono da Eagle, mas acho que seria melhor o Botafogo estar separado”, ressaltou.

Fato é que desde que o empresário chegou ao clube do Rio, o Botafogo mudou de patamar. Tem disputado os principais títulos há algumas temporadas. Na anterior, especialmente, faturou o Brasileirão e a inédita Copa Libertadores.

“Sobre o Botafogo, nós somos estáveis. Somos organizados, tivemos nosso melhor ano em 120 anos. Michele pode ficar na França e eu no Brasil. Somos uma família. Não estou com medo”, comentou, referindo-se a Michele Kang, a diretora executiva da Eagle que o substituiu na presidência do Lyon.

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