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09 de abril de 2026

‘Vini Jr. é um líder técnico, não um líder no vestiário’, diz Dunga


Por Agência Estado Publicado 17/11/2025 às 09h43
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O ex-jogador Dunga, capitão do Brasil no título da Copa do Mundo de 1994, comentou sobre o papel exercido pelo atacante Vinicius Júnior na seleção brasileira. Para o ex-volante, o jogador do Real Madrid não é “um líder do vestiário” na equipe comandada por Carlo Ancelotti.

“Vini, na minha opinião, é um líder técnico, futebolístico, não é um líder de vestiário, não é o que seria um capitão tradicional. Vini é um líder técnico, que cria jogadas, que toma a iniciativa. E o Brasil ainda precisa de um líder de vestiário”, disse Dunga em entrevista ao jornal Marca.

O capitão do Tetra foi questionado se Casemiro seria esse líder no time do italiano Carlo Ancelotti. “Pode ser esse líder, sim. Ele é necessário. Faz algum tempo que não temos essa figura, e um líder não se forma, você é líder ou não. E colocar essa responsabilidade a Vinicius (Júnior) não é bom para ele”, prosseguiu Dunga.

“As pessoas perguntam: ‘Por que no Real Madrid ele funciona bem e na seleção não? Fácil. Porque no Real Madrid só se preocupa em jogar, e existem outros líderes que ocupam essa posição no vestiário. Vini, no Real Madrid, só se preocupa em jogar. No Brasil, não”, refletiu.

Dunga também foi perguntado sobre o fato da seleção brasileira ser dirigida por um treinador estrangeiro. O ex-jogador defendeu a escolha feita pela direção da CBF e elogiou Carlo Ancelotti.

“Creio que era o momento de testar com um estrangeiro. Existem treinadores locais bons, mas a atmosfera era muito ruim. Havia energia interna ruim, com intrigas políticas de presidentes da CBF. Trouxeram Carletto e já não se fala disso. Só se fala de futebol. Isso é positivo. Não se fala das brigas dos presidentes. Vamos dar uma chance para Carletto, então”, afirmou.

Dunga ainda citou as equipes que estão à frente da seleção brasileira neste momento no cenário mundial. “Espanha, França e Argentina estão na frente do Brasil. Um passo adiante. Mas em seis meses tudo pode mudar”, disse.

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