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02 de abril de 2026

Animais resgatados após denúncias de maus-tratos ganham lar em Maringá


Por Ricardo Freitas Publicado 17/02/2022 às 13h26 Atualizado 20/10/2022 às 13h52
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Foto: Divulgação/ONG Salvando Vidas

Os 35 animais resgatados pela ONG Salvando Vidas na casa de uma médica veterinária, em Itambé, já receberam um lar, pelo menos provisório, na sede da própria entidade em Maringá

A maioria são cães da raça Maltes, tem também filhotes de Yorshire de apenas 2 meses de idade. No local, receberam água, ração, remédios, banho e alguns passarão por exames. A ONG recolheu os animais após denúncias de maus-tratos. A médica nega as acusações. 

O presidente da ONG, Lemuel Rodrigues, disse que vários cachorros chegaram sujos, com fezes, cheios de carrapatos e com muita fome. Ele afirmou ainda que as adoções ainda não estão permitidas. 

“Aqui eles vão ficar até que a polícia finalize o inquérito e mande para a Justiça, que irá decidir o que poderá ser feito, e liberar para a adoção. Por enquanto ficam aqui e serão bem cuidados”, afirmou. 

Foto: Divulgação/ONG Salvando Vidas

O caso

Trinta e cinco animais, entre cachorros, gatos e até uma tartaruga, foram resgatados pela ONG na segunda-feira, 14, em Itambé. Eles estavam na casa de uma médica veterinária. A ONG Salvando Vidas, de Maringá, chegou ao local por meio de denúncias de maus-tratos.

Representantes da entidade tentaram entrar na residência, mas foram impedidos pela médica, e só conseguiram chegar perto dos bichos com o apoio da Polícia Militar. Os animais estavam soltos e também dentro de gaiolas e vivendo em espaços apertados.

A médica veterinária tem uma clínica ao lado da casa, que está interditada por desrespeito ao Código de Posturas. Representantes da ONG afirmam ainda que vêm acompanhando situações de maus-tratos no local desde 2018.

Foto: Divulgação/ONG Salvando Vidas

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