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02 de abril de 2026

Com covid em queda, mercado da prostituição de luxo fica aquecido em Maringá: ‘Eles perderam o medo’


Por Fábio Guillen Publicado 06/09/2021 às 20h02 Atualizado 20/10/2022 às 15h59
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Com a queda nas taxas de transmissões da covid-19 em Maringá, o mercado de prostituição de luxo está aquecido nas últimas semanas. As acompanhantes de luxo e garotas de programa não deixaram de faturar na pandemia, mas a renda dessas profissionais caiu muito no ano passado com as transmissões da covid-19 em alta. 

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Segundo as garotas procuradas pela reportagem, de uns quatro meses para cá, a procura de homens casados por um programa aumentou muito. Uma das profissionais ouvidas pelo GMC Online mora em um apartamento de médio para alto padrão e atende, pelo menos, dois clientes por dia. Segundo a jovem, os homens perderam o medo da transmissão do coronavírus. 

“Antes eles tinham medo porque poderiam pegar e levar para a família, já que eles sabem que a gente atende várias pessoas numa mesma semana. Mas, agora, eles perderam o medo. O cliente que está acostumado se afastou por um período e agora voltou. E tem muitos clientes novos também querendo atendimento. A agenda está cheia mas a gente atende no máximo dois por dia. Nos dias que não estou afim atendo somente um porque preciso me cuidar, ir no salão, estar sempre linda e cheirosa para atender meus clientinhos”, disse a profissional. 

A jovem ouvida pela reportagem chega a cobrar R$ 650 por um programa, mas dependendo do cliente, se for fiel e mais antigo, pode custar cerca de R$ 500. Geralmente, segundo ela, o cliente vai até o apartamento dela, que é considerado de médio para alto padrão.

Uma outra profissional, que também não quis ser identificada, disse que os relacionamentos estão desgastados com a pandemia e isso melhorou o mercado. 

“Os casais se conheceram de verdade agora na pandemia e aí aqueles que não estão bem acabam acontecendo isso. Muitos relacionamentos desgastados, né? A gente não pergunta se é casado ou solteiro, mas a maioria é casado sim porque dá pra saber. Com o relacionamento meio desgastado, eles procuram o meu trabalho. E realmente melhorou bastante nos últimos quatro ou cinco meses. Mas olha, passei apertada pra pagar minhas contas e manter meu padrão de vida, que não é baixo”, afirmou. 

As profissionais de Maringá ouvidas pela reportagem disseram que mantêm todos os cuidados no dia a dia, ao sair de casa, para preservar os clientes do novo coronavírus. Embora os números da covid-19 estejam em queda em Maringá e no Brasil, as autoridades de saúde alertam para os riscos que as aglomerações e a falta de distanciamento social podem provocar. 

Dia do sexo 

Foto: Ilustrativa / Pixabay

No Brasil, o Dia do Sexo é celebrado desde 2008 no dia 6 de setembro. O motivo tem relação direta com a numerologia da data, 6/9, o que significa uma alusão a uma posição sexual conhecida como 69. A data foi criada de forma publicitária por uma marca brasileira de preservativo em 2008 e, desde então, todos os anos se celebra o Dia do Sexo, embora a data não esteja no calendário oficial.

Na data, os especialistas no assunto e profissionais da saúde aproveitam para discutir a importância do uso do preservativo para evitar a transmissão de doenças. A recomendação é sempre usar camisinha em qualquer relação sexual. 

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