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01 de abril de 2026

Conferência marca a apresentação do Plano de Mobilidade Urbana de Maringá


Por Victor Ramalho/CBN Maringá Publicado 09/07/2022 às 13h11 Atualizado 20/10/2022 às 12h22
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Foto: Victor Ramalho/CBN Maringá

O Plano de Mobilidade Urbana de Maringá (PlanMob) está finalizado. Foram aproximadamente dois anos de pesquisas que envolveram estudos de campo e também audiências públicas, para ouvir das pessoas quais são os gargalos da mobilidade urbana na cidade.

A elaboração foi feita pela empresa Cidade Viva, vencedora da licitação, com acompanhamento da Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá (Semob). Neste sábado, 9, o plano finalizado está sendo apresentado oficialmente à população, durante a Conferência Municipal de Mobilidade Urbana, que está sendo realizada no auditório Hélio Moreira, anexo à Prefeitura de Maringá.

Segundo o coordenador do PlanMob, Ricardo Mendanha, o plano abordou todos os pontos que envolvem a mobilidade, incluindo pedestres, bicicletas, automóveis, transporte público, entre outros. Entre as diversas soluções apresentadas, muitas delas já podem ser executadas em curto prazo.

“Tem um Plano de Ação Imediata de Tráfego, que foi feito junto, que tem medidas pontuais de tráfego para fazer e tem medidas também mais estruturais que são de curto prazo, por exemplo a elaboração de cartilha de padronização de calçadas, que precisa ser aplicada por todos os segmentos. É importante falar também que o plano não é voltado somente para ações do governo, ele é um plano de ações voltadas para a cidade de Maringá. Então também há propostas para ser feitas pelos moradores como um todo”, explica Mendanha.

Agora, o Plano de Mobilidade Urbana vira uma minuta de lei, que será enviada à Câmara de Maringá. Após a aprovação no legislativo, a Prefeitura deverá sancionar o projeto que entrará em execução.

O plano prevê uma revisão a cada 10 anos, como explica o secretário de Mobilidade Urbana de Maringá, Gilberto Purpur. “A gente já está executando algumas coisas. Algumas ações pontuais que o plano apontou a gente começa a implantar imediatamente. Mas agora ele passa primeiramente por um conselho, depois vai para a Câmara de Vereadores e, então, vira uma lei. E essa lei tem que ser aplicada rotineiramente”, diz.

Ouça a reportagem completa na CBN Maringá.

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