Covid-19: Taxa de positividade de casos em Maringá é de 52,25%

Os dados atualizados nesta terça-feira, 25, pela Secretaria de Saúde de Maringá acenderam o sinal de alerta. Maringá está com taxa de positividade de casos de coronavírus em 52,25%. Isso significa que a cada 100 pessoas com sintomas gripais, por exemplo coriza, espirros, etc., aproximadamente 52 delas testam positivo para Covid.
De acordo com o secretário de Saúde, Marcelo Puzzi, o adequado seria 5% e o satisfatório em um período pandêmico, seria de 20%. “Hoje a taxa de positividade é avaliada semanalmente e está em mais de 50%, o que nos preocupa bastante. […] O ideal na medicina é que seja menor que 5%. Estamos hoje com 52% e estivemos um tempo atrás com cerca de 34%”, explicou.
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Os dados são analisados semanalmente. O levantamento aponta ainda para a taxa de transmissibilidade. Segundo o secretário, a Taxa R aumentou 31% e está em 1.22.
Com relação à taxa de ocupação hospitalar, segundo o levantamento da Saúde, a Incidência de contaminação é 328,25 por 100 mil habitantes, o que significa que dos cerca de 55 contaminados que precisará de atendimento hospitalar, aproximadamente 10 precisarão de internamento em UTI. O adequado seria que a Incidência de Contaminação fosse menor do que 100 contaminados por 100 mil/habitantes.
Ainda de acordo com o secretário, o número de óbitos por Covid em Maringá chegou a cair em um período recente, mas voltou a crescer. “Esses números tiveram uma queda constante nas últimas cinco semanas e, na última, onde fizemos avaliação, tivemos cerca de 7% a mais de óbitos do que na semana anterior, o que reflete a gravidade do momento”, explicou.
Maringá deve publicar um novo decreto ainda nesta terça-feira, 25, diz secretário
O secretário afirma que um novo decreto deve ser publicado ainda nesta terça-feira, 25, com medidas mais restritivas. “Hoje estamos em um cenário bastante preocupante, tomando medidas bastante drásticas e um novo decreto será publicado hoje, para tentarmos conter um pouco mais a transmissão e a população precisa entender que, quanto menos tivermos aglomerações e reuniões, mais as pessoas utilizem máscaras, vamos conseguir mudar esse patamar da doença”, finalizou.
