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02 de abril de 2026

Desapropriação do terreno para construção da ‘prainha de Maringá’ está em fase de avaliação imobiliária, diz município


Por Letícia Tristão/CBN Maringá Publicado 05/04/2022 às 18h29 Atualizado 20/10/2022 às 17h29
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Desapropriação do terreno para construção da 'prainha de Maringá' está em fase de avaliação imobiliária, diz município
A área onde será construído o Parque das Águas tem cerca de 116 mil metros quadrados (9 alqueires) e estão localizadas na saída para Astorga, ao lado do antigo Termas de Maringá (Divulgação/PMM)

A desapropriação do terreno para construção da ‘prainha de Maringá’ está em fase de avaliação imobiliária, de acordo com a administração municipal. Previamente, o valor das áreas a serem desapropriadas deve ficar em torno de R$ 1,8 mi, mas ainda é necessário aguardar o estudo final.

No dia 21 de março, por meio de vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito Ulisses Maia anunciou o local onde a Prefeitura de Maringá pretende construir uma prainha e revelou que já havia assinado o decreto de utilidade pública da área para a implantação do parque das águas. O terreno fica ao lado do antigo Thermas de Maringá, na saída para Astorga. 

De acordo com o secretário de Urbanismo e Habitação, Estevão Palmieri, uma série de estudos foi feita para chegar ao local escolhido, como questões hídricas e topográficas. “Como é uma área agricultável, não é um lote urbano, é uma avaliação um pouco mais complexa. Então vamos precisar do apoio de um engenheiro agrônomo para avaliar essa questão da produção da terra, para chegar num valor real de uso dela. Assim que isso for definido, nós entraremos com a desapropriação da área”, destaca.

Questionamentos do OSM

O Observatório Social de Maringá (OSM) protocolou, na última semana, um ofício à Prefeitura de Maringá, questionando o Executivo sobre a futura ‘prainha artificial’, anunciada há algumas semanas. Conforme o documento, a entidade quer saber quem são os donos da área que será desapropriada para a construção do Parque das Águas e, sobretudo, qual será o custo desta desapropriação. O OSM questiona também sobre como será a gestão do local, se será realizada pela própria administração municipal ou por uma empresa terceirizada, além do valor estimado para a construção da atração.

Segundo o secretário, as respostas aos questionamentos feitos pelo OSM estão sendo elaboradas. “A Secretaria de Compliance está direcionando os apontamentos para as secretarias competentes, porque o projeto é um complexo de lazer, então tem várias secretarias envolvidas”, destaca.

Ouça a entrevista completa no site da CBN Maringá.

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