Expoingá aposta em ‘Aterro Zero’ e promete revolucionar sustentabilidade em grandes eventos

A Expoingá 2026 chega com uma proposta ousada que pode redefinir o padrão ambiental de grandes eventos no Brasil. Pela primeira vez, a feira lança o projeto ‘Aterro Zero’, com a meta de eliminar completamente o envio de resíduos para aterros sanitários.
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A iniciativa prevê que 100% dos materiais gerados durante o evento sejam reciclados, reaproveitados ou reintegrados à cadeia produtiva, consolidando a feira como referência em economia circular e sustentabilidade.
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Realizada entre os dias 7 e 17 de maio, no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá, a Expoingá amplia seu papel além do entretenimento e dos negócios, apostando em inovação ambiental como diferencial competitivo.
Economia circular e impacto social
O projeto vai além do discurso ambiental. Com um sistema estruturado de logística reversa, os resíduos recicláveis serão destinados a cooperativas parceiras, fortalecendo a inclusão produtiva e gerando renda para trabalhadores locais.
Já os resíduos orgânicos terão um destino inovador: serão transformados em combustível por meio do coprocessamento, tecnologia que permite substituir fontes fósseis em processos industriais, como em caldeiras. A prática contribui diretamente para a redução de impactos ambientais e emissões.
Agrojur será carbono neutro pela primeira vez
Outro destaque desta edição é o avanço na agenda climática. O Agrojur, promovido pela Sociedade Rural Jovem, será carbono neutro pela primeira vez.
A compensação das emissões será feita por meio do plantio de árvores, ação conduzida pela diretoria da entidade. A medida simboliza o engajamento das novas gerações do agronegócio com práticas sustentáveis. Segundo a presidente da Sociedade Rural Jovem, Vanessa Vargas, a iniciativa representa um salto de qualidade ao alinhar desenvolvimento econômico e responsabilidade ambiental.
