Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

21 de fevereiro de 2024

Gestor do Pequeno Príncipe participa de audiência pública sobre Hospital da Criança de Maringá


Por Brenda Caramaschi/CBN Maringá Publicado 11/01/2024 às 16h45
 Tempo de leitura estimado: 00:00
ef89c618a69bd6adc391023acef241a2
Foto: PMM.

A audiência pública realizada na noite desta quarta-feira, 10, na Câmara Municipal de Maringá, tirou dúvidas sobre o funcionamento do Hospital da Criança de Maringá. José Álvaro Carneiro, diretor corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, que administra o Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba, esteve presente e seria um dos interessados na concessão do hospital maringaense.

O encontro foi de debates e sugestões sobre o processo de concessão do Hospital da Criança. Durante a audiência, representantes da administração municipal apresentaram o projeto técnico e econômico do Hospital. A concessionária deverá ofertar, no mínimo, 60% dos atendimentos a pacientes do SUS, além da destinação exclusiva às crianças e adolescentes de 0 a 18 anos com atendimento de média e alta complexidade e diagnóstico e tratamento de doenças raras.

Ao todo, seis empresas haviam manifestado interesse em participar da rodada de apresentações do Hospital, promovida desde segunda-feira,8,pela Fundação Ezute. O Complexo Pequeno Príncipe, no entanto, foi a única entidade que mandou um representante para a Audiência Pública nesta quarta. Já na parte final do encontro, José Álvaro Carneiro, diretor corporativo do Complexo, pediu a palavra para compartilhar algumas experiências do Hospital Pequeno Príncipe, que é considerado o maior hospital pediátrico do Brasil.

A estimativa, de acordo com a Agência Maringaense de Regulação (AMR), é de que o edital de concessão seja publicado em março. Até lá, a Prefeitura de Maringá e a Fundação Ezute, que foi contratada para a elaboração do projeto, irão avaliar as contribuições dos cidadãos que podem ser incorporadas ao contrato.

A unidade terá à disposição 144 leitos de enfermaria e 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), cujo funcionamento será dividido em três fases. Na fase inicial, relativa aos seis primeiros meses de operação, a unidade terá apenas 61 leitos de enfermaria disponíveis e não está prevista a abertura de nenhum leito de Unidade de Terapia Intensiva. Durante a exposição dos dados, a diretora-presidente da Agência Maringaense de Regulação, Maria da Penha Marques Sapata, falou sobre o assunto e disse que a divisão das operações é uma forma de garantir que a futura concessionária consiga buscar os credenciamentos necessários junto ao Ministério da Saúde.

As empresas interessadas em gerir o Hospital da Criança de Maringá precisarão comprovar experiência de, no mínimo, três anos na gestão de hospitais voltados para crianças e adolescentes e que tenham, pelo menos, 90 leitos, sendo 20 de UTI neonatal. O contrato prevê a concessão para a empresa ganhadora por até 10 anos, prorrogáveis por mais 10. O valor estimado da concessão é de R$ 31 milhões. A futura concessionária poderá explorar 40% dos atendimentos de forma particular ou por meio de convênios privados, além do recebimento da tabela SUS pelos atendimentos públicos e exploração comercial de outros espaços da unidade, como lanchonetes e estacionamentos.

O encontro foi transmitido pelo YouTube da Câmara de Maringá e está disponível na íntegra.

Ouça a matéria completa na CBN Maringá.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação