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01 de abril de 2026

Justiça condena empresa que controlava idas de funcionária ao banheiro, em Maringá


Por Iasmim Calixto Publicado 13/09/2022 às 12h29 Atualizado 20/10/2022 às 17h35
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Foto: Divulgação/TST

Uma empresa de telefonia situada em Maringá foi condenada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) a indenizar uma ex-funcionária em R$ 10 mil. Segundo a ação, a empresa limitava a ida da funcionária ao banheiro.

De acordo com os autos do processo, a empresa descontava valores de um ‘prêmio de incentivo’ para saídas que demorasse mais de cinco minutos.

A mulher trabalhou na empresa de telefonia em Maringá entre os anos de 2015 e 2016. As pausas no trabalho seriam controladas por meio de um sistema e a funcionária teria sido vítima de assédio pelo seu superior, com ameaças e advertências verbais.

As pausas ocasionadas pelas idas ao sanitário influenciavam no valor final do salário da atendente de telemarketing.

No processo, a empresa acusada afirmou que não limitava o tempo de uso do banheiro e que intervalos legais eram concedidos, de acordo com as normas da legislação trabalhista.

Em um parecer de um dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a magistrada Kátia Magalhães Arruda afirmou que a atitude da empresa é uma “ofensa à dignidade”.

Com informações da Folha de São Paulo.

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