Maringá integra a Rede Brasileira de Mulheres Cientistas para enfrentamento da pandemia

Maringá integra a Rede Brasileira de Mulheres Cientistas para enfrentamento da pandemia da covid-19. É uma mobilização nacional que reúne mulheres de diversas instituições de ensino do país, que surgiu da necessidade de olhar para a condição das mulheres brasileiras na pandemia e por em debate ações de defesa das mulheres. Já são cerca de 2 mil cientistas focadas em ampliar a discussão sobre políticas públicas voltadas para as mulheres na pandemia. Maringá é representada na Rede Brasileira de Mulheres Cientistas.
Uma das integrantes é a professora de ciência política da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Carla Almeida. Ela explica que a Rede vem para somar ao que o município já dispõe de políticas públicas para mulheres.
“São mulheres, cientistas de várias partes do País, mulheres envolvidas com institutos de pesquisa, ou nas universidades. Todas nós comungamos da importância de trazer a questão específica das mulheres nas políticas de combate à covid-19 por ser um grupo particularmente afetado pela pandemia, principalmente as mulheres pobres. […] A gente se propõe a colocar nosso conhecimento à disposição do poder público e trazer esse debate da sociedade civil”, detalha.
Um dos exemplos, segundo a professora, é a violência doméstica. E é uma discussão que precisa ser abordada e para que a solução chegue a todas as mulheres.
