TCCC apresenta defesa ao Procon e se compromete a colocar mais ônibus


Por Luciana Peña/CBN Maringá

Praticamente todo dia as emissoras do Grupo Maringá de Comunicação recebem mensagens de passageiros reclamando de lotação em ônibus urbanos e metropolitanos.

O Ricardo Souza mandou fotos da linha 22 que faz o itinerário centro ao Conjunto Requião. A foto foi tirada na terça-feira, 5.

“Estava cheio. Tinha bastante idoso e sem máscara, também. De noite ela vem vazia, só que de tarde ela passa lotada, a partir das 16h30. A TCCC devia soltar mais ônibus, porque a gente trabalha”, disse Souza.

Um dia antes, na segunda-feira, 4, a empresa de transporte coletivo Cidade Canção recebeu uma multa cautelar do Procon no valor de 444 mil reais, por problemas como superlotação.

Nessa quarta-feira, 6, a TCCC apresentou ao Procon a defesa administrativa. O diretor do Procon Geison Ferdinandi informou que a empresa se comprometeu a sanar os problemas.

Segundo o Procon, desde a tarde de quarta-feira, 6, a TCCC está colocando mais ônibus nos horários de maior movimento.

“A empresa esteve aqui presente, […], e eles se comprometaram a partir de ontem [quarta-feira, 6] já, a fazer o distanciamento entre pessoas, trazer a informação nas linhas de acesso aos ônibus. Disponibilizar mais carros nos horários de pico para aquelas rotas que são mais problemáticas, assim como comprometeram-se a refazer todo o projeto de acesso das pessoas no Terminal. Ou seja, dentro daquilo que estamos buscando, que é o cumprimento da lei, ela se comprometeu e se disponibilizou a fazer a higienização dos ônibus e tudo aquilo que foi requisitado a eles.

A multa, agora, ela não se efetiva no momento. Nós vamos estar voltando ao Terminal, os fiscais vão estar frequentando o Terminal, mas, a qualquer minuto, que nós constatarmos a não cumprimento das normas, nós podemos aplicar a multa”, explica o diretor do Procon.

A CBN conversou com o diretor administrativo da TCCC. Ele não quis gravar entrevista, mas disse que em nenhum momento a empresa cometeu qualquer irregularidade porque a disposição de horários e itinerários é decidida em comum acordo com a Secretaria de Mobilidade Urbana.

Ele complementou dizendo que a empresa está enfrentando uma crise financeira porque a manutenção do sistema é muito cara e houve uma queda muito grande no número de passageiros transportados.

Ouça a reportagem completa na CBN Maringá.

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