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02 de maio de 2026

Falência coloca fábrica avaliada em R$ 35,9 milhões em leilão e chama atenção pelo tamanho da estrutura


Por Redação GCM Online Publicado 02/05/2026 às 13h39
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Fábrica avaliada em R$ 35,9 milhões vai a leilão após falência de grupo do setor plástico. Estrutura industrial inclui imóvel de grande porte, máquinas e equipamentos. Foto: Divulgação/Marco Antônio Leiloeiro/ND Mais

Uma fábrica de grande porte, avaliada em R$ 35,9 milhões, será levada a leilão após a falência de um grupo do setor plástico. O imóvel, que inclui estrutura fabril, máquinas e equipamentos, chama atenção pelas dimensões e pelo alto valor envolvido no processo judicial.

Conforme o edital, o leilão faz parte do processo de falência das empresas CRW Plásticos Joinville, CRW Plásticos Varginha Ltda e CRW Indústria e Comércio de Plástico Ltda, que tiveram a quebra decretada pela Justiça de Minas Gerais.

O principal ativo colocado à venda é a unidade industrial localizada no Distrito Industrial Norte de Joinville. A área total ultrapassa 16,6 mil metros quadrados, sendo aproximadamente 6,3 mil metros quadrados de área construída. Somente o imóvel foi avaliado em R$ 34,7 milhões.

Além da estrutura física, o leilão inclui uma extensa lista de bens móveis, como máquinas industriais, moldes e equipamentos utilizados na produção, avaliados em mais de R$ 1,2 milhão.

A dimensão da planta industrial e o conjunto de ativos tornam o leilão um dos mais relevantes envolvendo o setor plástico, podendo atrair investidores interessados na retomada das operações ou na utilização da estrutura para outros segmentos industriais.

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Foto: Divulgação/Marco Antônio Leiloeiro/ND Mais

Histórico da empresa

Fundada em 25 de agosto de 1997, a CRW Plásticos Joinville S/A tem sede em Joinville e atuava principalmente na fabricação de artefatos de material plástico para diversos usos.

Com natureza jurídica de sociedade anônima fechada, a empresa também mantinha atividades secundárias voltadas à fabricação de equipamentos de segurança, além da produção de letras, letreiros e placas.

A falência das empresas do grupo resultou na alienação judicial dos bens como forma de quitação parcial de débitos no processo conduzido pela Justiça.

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Divulgação/Marco Antônio

Com informações do ND+

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