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19 de maio de 2026

Governo de Santa Catarina decreta alerta climático por 180 dias devido ao El Niño


Por Agência Estado Publicado 19/05/2026 às 10h11
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O governo de Santa Catarina decretou nesta segunda-feira, 18, um estado de alerta climático válido por 180 dias devido à aproximação do fenômeno El Niño, que eleva o risco de eventos extremos, como enchentes, deslizamentos e inundações.

O alerta será válido para todo o território catarinense. De acordo com meteorologistas da Secretaria da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina, há cerca de 80% de probabilidade de início dos efeitos do El Niño entre julho e agosto.

De acordo com o governo catarinense, o objetivo é permitir que os órgãos estaduais sejam mobilizados para ações de prevenção e monitoramento e sejam capazes de dar respostas rápidas diante de possíveis eventos extremos.

Entre as ações imediatas previstas estão a convocação do Comitê Estadual de Proteção e Defesa Civil, a intensificação do monitoramento meteorológico e o pré-posicionamento de equipes, equipamentos e recursos materiais em áreas historicamente vulneráveis.

O decreto também define critérios objetivos para que, em áreas e cidades atingidas por eventos climáticas extremos, a situação de emergência seja decretada automaticamente. Entre os chamados “gatilhos” estão índices elevados de chuva, como volume superior a 80 milímetros em 24 horas, desabrigamento de famílias, interrupção de serviços essenciais, deslizamentos e alertas de nível laranja ou vermelho emitidos pela própria Defesa Civil.

O El Niño ocorre quando as águas superficiais Oceano Pacífico têm um aquecimento maior ou igual a 0,5°C, causando efeitos em todo o mundo. Na região Sul do Brasil, o efeito mais comum é um aumento no volume das chuvas.

O El Niño ocorre com frequências irregulares, em intervalos que podem durar de dois a sete anos. Em alguns períodos, ocorre o fenômeno inverso, o “La Niña”, com o resfriamento das águas do Pacífico, o que também gera efeitos globais. Em outros momentos, há neutralidade. As razões que geram o El Niño e a La Niña não são completamente compreendidas pela ciência.

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