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01 de abril de 2026

Homem é diagnosticado com câncer cerebral um dia após primeiro sintoma


Por Metrópoles, parceiro do GMC Online Publicado 02/04/2025 às 11h15
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A história de um homem de 59 anos mudou drasticamente um dia depois de ele perceber que estava com lapsos de memória. No início de 2025, Paul Fletcher passou episódios comuns de esquecimento, como perder curvas enquanto dirigia e não encontrar objetos. No entanto, os sinais evoluíram rapidamente e, quando ele percebeu que algo estava errado, foi diagnosticado com câncer cerebral no dia seguinte.

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Foto: Reprodução/GoFundMe

A condição de Paul se transformou rapidamente. Um dia depois de perceber o sintoma, ele teve uma convulsão grave, desmaiou na cozinha de casa e foi levado às pressas ao hospital. Os exames revelaram dois tumores crescendo em seu cérebro.

O empresário foi diagnosticado com glioblastoma de grau quatro, uma das formas mais mortais e de crescimento mais rápido de câncer cerebral.

“Tudo aconteceu muito rápido. Foi realmente assustador. Tudo passa pela sua cabeça — um derrame, um ataque cardíaco. Depois que ouvimos que era terminal, foi uma experiência horrível”, conta Jo Fletcher, esposa de Paul.

Sintomas de câncer cerebral

  • Os sintomas de câncer cerebral podem variar dependendo da pessoa, da localização e tamanho do tumor.
  • Os sintomas gerais são: dor de cabeça, náusea e vômitos, convulsões, problemas de visão, alterações da marcha e sonolência.
  • Já os sintomas mais específicos são fraqueza muscular, perda de equilíbrio, perda de audição, perda de sensibilidade, alterações do humor, alterações da personalidade, alterações na capacidade de falar e alterações cognitivas.

Cirurgia e mudança de vida

Depois do diagnóstico, o britânico passou por uma cirurgia onde os médicos removerem o máximo de câncer possível. A operação foi realizada em fevereiro e teve duração de três horas. Foi possível retirar um dos tumores e os responsáveis pelo caso estão esperançosos de que a quimioterapia e radioterapia combaterão o outro. Ainda assim, devido ao tipo de câncer, é provável que a doença retorne no futuro.

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles, parceiro do GMC Online. 

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