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05 de abril de 2026

Pacheco: é temerário apostar fichas na Reforma do IR para bancar Auxílio Brasil


Por Agência Estado Publicado 01/10/2021 às 14h11 Atualizado 20/10/2022 às 17h53
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O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), levantou dúvidas sobre a proposta do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, de vincular a Reforma do Imposto de Renda como financiamento do Auxílio Brasil, programa desenhado para substituir o Bolsa Família a partir de novembro. Pacheco afirmou que tem procurado alternativas à estratégia do governo de financiar o novo programa com a arrecadação do Imposto de Renda.

O projeto ainda não foi aprovado no Senado e há risco de queda na arrecadação com as mudanças propostas, o que geraria efeito contrário ao pretendido.

Nesta semana, o Congresso aprovou um projeto para autorizar a vinculação de uma coisa à outra, dando aval para o uso de projetos em tramitação como fonte de compensação para aumento de despesa. O financiamento efetivo, porém, só poderia ocorrer após a aprovação da Reforma do IR no Senado.

“Seria um tanto temerário apostar todas as fichas para um programa social em um projeto que sequer foi aprovado ainda”, disse o presidente em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta sexta-feira, 1º de outubro.

Além da Reforma do IR, o governo tenta emplacar uma solução para o pagamento de precatórios e abrir espaço no teto de gastos de 2022 ao novo programa assistencial.

A Reforma do IR já passou na Câmara e agora tramita na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

Pacheco admitiu que é difícil a apreciação do projeto no plenário em outubro, mas ressaltou que vai trabalhar por isso.

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