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02 de abril de 2026

Taxas de juros recuam com dólar, petróleo e juros dos títulos americanos


Por Agência Estado Publicado 22/07/2022 às 13h26 Atualizado 20/10/2022 às 13h25
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As taxas de juros negociadas no mercado futuro operam em baixa na manhã desta sexta-feira, 22, em sintonia com o comportamento do dólar, do petróleo e dos juros dos títulos do Tesouro americano. Apesar do ajuste, o mercado tende a manter os prêmios elevados na curva nesta sexta, em meio às incertezas quanto à política monetária no exterior e cautela com os quadros eleitoral e fiscal no Brasil.

À espera de uma semana pesada no exterior, marcada principalmente pela reunião de política monetária do Federal Reserve, os mercados dedicam a manhã à análise dos dados preliminares dos índices dos gerentes de compras (PMIs) pelo mundo em julho. Os PMIs da zona do euro e da Alemanha caíram abaixo de 50 em julho, patamar que indica contração da economia na região. Às 10h45 será a vez dos PMIs dos Estados Unidos, para os quais a expectativa é de números acima de 52.

A manhã é de queda dos preços do petróleo, refletindo o temor de redução da demanda após os PMIs mais fracos na Europa. Os juros dos Treasuries recuam, dando continuidade ao movimento visto na quinta-feira, com investidores à espera dos PMIs americanos. Já o dólar mostra alta ante divisas fortes e desempenho mais fraco entre moedas de países emergentes e exportadores de commodities.

“No Brasil, a semana deve terminar sem mudanças no ambiente local apreensivo, que tem mantido câmbio e juros sob pressão. Certa acomodação é viável após os movimentos da semana, mas o contexto externo de forte alta dos juros e dólar valorizado, além das incertezas internas, não autorizam apostas firmes em uma reversão de tendência”, disse Silvio Campos Neto, economista-chefe da Tendências Consultoria.

Às 10h15 desta sexta, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2024 tinha taxa de 13,88%, ante 13,99% do ajuste de quinta. O DI para janeiro de 2025 projetava 13,37%, ante 13,49%. Na ponta longa da curva, o DI para janeiro de 2027 tinha taxa de 13,29%, ante 13,41%.

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