Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

13 de maio de 2026

Voo que matou piloto da região de Maringá e mais duas pessoas durou apenas 3 minutos


Por Agência Estado Publicado 05/05/2026 às 14h10
Ouvir: 00:00

 Apenas nove minutos separam a decolagem do monomotor que saiu do Aeroporto da Pampulha e a chegada das primeiras equipes de resgate ao local da queda, após a aeronave atingir um prédio residencial no bairro Silveira, em Belo Horizonte, deixando três mortos na tarde desta segunda-feira, 4.

Três pessoas morreram na queda. Uma delas é o piloto Wellington de Oliveira, de 34 anos, natural de Colorado, no norte do Paraná, mas criado em Munhoz de Mello, município da região de Maringá. Também morreram o empresário e veterinário Fernando Moreira Souto, de 36, filho do prefeito de Jequitinhonha (MG), Nilo Souto (PDT); e Leonardo Berganholi.

Outros dois ocupantes, Arthur Schaper Berganholi, de 25 anos, e Hemerson Cleiton Almeida Souto, de 53, foram encaminhados para atendimento e permanecem hospitalizados, com quadro estável, segundo a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig).

image

A cronologia da tragédia

– 12h16: O voo decolou
– 12h19: O avião colidiu contra o prédio
– 12h25: Chegada dos bombeiros

O avião decolou às 12h16 e minutos depois o piloto declarou emergência do tipo “mayday”, devido a perda de controle da subida. Às 12h19, a aeronave perdeu altitude e colidiu com a lateral de um edifício, na altura do terceiro andar, antes de cair na área de estacionamento do condomínio.

aviao-bh_3x2

O Corpo de Bombeiros chegou ao local por volta das 12h25, cerca de seis minutos após o impacto. Foram mobilizadas sete viaturas e 28 militares. Os trabalhos se concentraram inicialmente na retirada dos moradores do edifício que deixaram o prédio com o auxílio de escadas operacionais. Não houve vítimas entre os ocupantes do local.

As equipes também atuaram na contenção de riscos de incêndio e explosão, com aplicação de espuma mecânica sobre combustíveis e fluidos inflamáveis espalhados pela aeronave.

A Aeronáutica retomou nesta terça-feira, 5, a perícia no local com trabalhos conduzidos por investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa III), órgão do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB).

De acordo com o Cenipa, as atividades integram a chamada Ação Inicial, etapa que envolve a coleta e confirmação de dados, a preservação de evidências e a análise preliminar dos danos causados pela aeronave. Também são levantadas informações que possam contribuir para a identificação dos fatores envolvidos no acidente.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação

Comentar

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Justiça marca audiência do caso Tainara, mulher que morreu após ser arrastada na Marginal Tietê


A Justiça de São Paulo marcou para o próximo dia 25, uma segunda-feira, a primeira audiência do caso de Tainara…


A Justiça de São Paulo marcou para o próximo dia 25, uma segunda-feira, a primeira audiência do caso de Tainara…

Geral

Ypê: Anvisa adia votação de recurso sobre suspensão de produtos da marca


Nesta quarta-feira, 13, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a votação do recurso apresentado pela Ypê sobre as…


Nesta quarta-feira, 13, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou a votação do recurso apresentado pela Ypê sobre as…