Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

04 de junho de 2026

Infectologistas ensinam qual é o melhor jeito de se proteger da gripe


Por Metrópoles, parceiro GMC Online Publicado 04/06/2026 às 13h45
Ouvir: 00:00
1010068-04042016-_abr0971_1
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

No clima frio do outono e inverno brasileiros, os quadros de gripe costumam se tornar mais comuns. Porém, a prevenção vai muito além de cuidados básicos do dia a dia. Especialistas são diretos: nenhuma estratégia isolada é tão eficaz quanto a vacinação.

Embora hábitos como higiene e uso de máscara ajudem a reduzir a transmissão, a imunização continua sendo a principal forma de evitar casos graves, hospitalizações e mortes causadas pelo vírus influenza.

A infectologista Naira Bicudo, do Hospital Santa Lúcia Norte, em Brasília, reforça que a vacinação ainda é a estratégia mais eficaz especialmente para grupos de risco, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

O infectologista André Bon, do Hospital Brasília, também destaca que nenhuma outra medida tem impacto semelhante. Segundo ele, a vacina não só reduz o risco de infecção, como é a principal responsável por evitar complicações graves e óbitos relacionados à influenza. Ambos ressaltam que todas as outras estratégias devem ser vistas como complementares, nunca substitutas.

Higiene e etiqueta respiratória reduzem a transmissão

Entre as medidas auxiliares de prevenção da gripe, a higienização das mãos é uma das mais importantes. De acordo com os infectologistas, lavar as mãos antes de tocar o rosto, nariz e boca ajuda a evitar a contaminação, já que o vírus pode permanecer em superfícies e ser levado ao organismo pelas mãos, facilitando a infecção. Ainda assim, eles alertam que essa prática, isoladamente, não é suficiente.

Outras medidas importantes incluem cobrir a boca ao tossir ou espirrar e evitar contato próximo com pessoas sintomáticas.

Ambientes fechados aumentam o risco

Locais com pouca ventilação favorecem a circulação do vírus. A infectologista ressalta que ambientes fechados facilitam a permanência do vírus no ar por mais tempo, aumentando o risco de transmissão.

Bon complementa que aglomerações e espaços sem circulação de ar intensificam o contato com gotículas respiratórias. Por isso, manter janelas abertas e ambientes ventilados é uma estratégia importante.

Clique aqui e leia a reportagem completa no Metrópoles.

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação