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01 de abril de 2026

Confiança da indústria paranaense apresenta alta pelo terceiro mês consecutivo


Por Victor Ramalho/CBN Maringá Publicado 24/06/2022 às 17h59 Atualizado 21/10/2022 às 01h49
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Foto Ilustrativa: Gilson Abreu/AEN

O empresário do setor industrial no Paraná segue otimista. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa mensal realizada pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) em parceira com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e que teve os resultados de junho divulgados nesta semana.

Neste mês, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) no estado atingiu 59,2 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100. Trata-se da terceira alta consecutiva no indicador nos últimos meses. De acordo com a Fiep, o estudo avalia o nível de confiança dos empresários nos negócios e na economia.

Apesar da terceira alta seguida, o número apresenta queda se comparado com o mesmo período de 2021. Em junho do ano passado, o Índice era de 64,1 pontos, 4,9 a mais do que em 2022. Nos últimos 12 meses, a queda é de 0,2 pontos e a média do indicador no intervalo dos últimos 12 meses é de 59,4 pontos, o que representa otimismo do setor.

De acordo com o economista da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Marcelo Alves, o indicador segue uma tendência de alta, apesar de três quedas no início do ano.

“Esse otimismo do industrial paranaense sinaliza que o empresário tem confiança nas condições para a produção e enxerga boas expectativas para um futuro próximo, o que pode significar uma redução dos riscos para o empresário. Isso incentiva o investimento e a produção, pode facilitar novos negócios, gerando mais empregos”, disse.

Ainda segundo o economista, além dos desafios da pandemia, o conflito armado entre Rússia e Ucrânia é um fator que exerce muita influência nos números.

“Apesar de os últimos resultados serem positivos e expressarem o momento da confiança do empresário paranaense, alguns fatores ainda geram incertezas e preocupações como os impactos futuros decorrentes guerra entre Rússia e Ucrânia, uma eventual escassez ou falta de insumos para fertilizantes ou outro produtos, aumentos constantes nos preços da energia, em especial dos combustíveis, que acabam encarecendo os preços dos produtos e podem impactar a competitividade das empresas”, disse.

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