Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nosso site, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao acessar nosso portal, você concorda com o uso dessa tecnologia. Saiba mais em nossa Política de Privacidade.

02 de abril de 2026

Paranaense que perdeu filha e marido em acidente envolvendo BMW espera por justiça


Por Redação GMC Online Publicado 24/02/2022 às 18h18 Atualizado 20/10/2022 às 14h28
Ouvir: 00:00

“São quase dois anos esperando por essa resposta. Só espero que a justiça seja feita e que o responsável pague pelo que fez”. Este é o desabafo da apucaranense Tayane Pereira dos Santos, de 30 anos, que perdeu a filha Alice Vitória dos Santos, e o marido  Luiz Paulo dos Santos Araújo, de 32 anos, em um acidente de trânsito envolvendo uma BMW, na Avenida Brasil, em Apucarana, em abril de 2020. As informações são do TN Online.

A família, incluindo a caçula Aylla Valentina, que na época tinha apenas 20 dias e sobreviveu à colisão, estava em um VW Gol, quando foi atingida pelo motorista de uma BMW, um homem, de 27 anos. Pai e filha morreram. O responsável negou que estava conduzindo o carro que atingiu o veículo em que estava Tayane e sua família.

No entanto, após ouvir o depoimento da testemunha, a passageira que estava com o motorista no momento do acidente, a Polícia Civil deu a voz de prisão ao responsável, que será julgado na primeira quinzena de março deste ano em Apucarana. 

“São quase dois anos à base de remédios para conseguir dormir e continuar a minha vida. Tenho a minha outra filha, a Aylla Valentina, que sobreviveu comigo durante este trágico acidente e se não fosse por ela, não sei o que seria de mim. Deus me dá muita força para continuar, pois é nada fácil”, lamenta Tayane. 

Atualmente, a apucaranense está desempregada e vive com a caçula em São Paulo junto de familiares. Sem condições financeiras para pagar um advogado, Tayane soube sobre o julgamento através de vizinhos que vivem no bairro onde morava na Cidade Alta antes da tragédia ocorrer. 

“Perdi minha vida toda e precisei mudar de Apucarana. Aqui em São Paulo recebo ajuda da minha família. Tudo que espero é que este homem pague pelo que fez, pois meu coração só vai acalmar quando a justiça for feita”, complementa.

Após receber a notícia do júri, a apucaranense precisou voltar a tomar remédio para ansiedade. “Não consigo comer e fazer mais nada. Estou à base de remédios. Agora só Deus para me dar força, mas creio que a justiça seja feita”, ressalta. 

Pauta do Leitor

Aconteceu algo e quer compartilhar?
Envie para nós!

WhatsApp da Redação